Archive for March, 2009

Vodka em Petit Paquet

Que isso não signifique nada a respeito da minha vida ébria. Apenas gostei desta embalagem de vodka.

Que linda a composição das árvores no fronte da garrafa com a casa pintada ao fundo, que ganha dimensão ao refletir no líquido e completa a paisagem.

Vodka
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Menção Honrosa no Concurso de Fotografia

Está difícil parar para escrever no Das Haus. Dessa vez, a desculpa paulistana da correria intensa não é só uma mera desculpa.

Das últimas novidades:

  • Viciamos em comer lámen no Aska, na Liberdade;
  • Estamos ouvindo a trilha sonora do Coraline, ainda que não tenhamos visto o filme, e as músicas do seriado de comédia Flight of the Conchords;
  • Pintamos nossa cristaleira de vermelho e instalamos alguns quadros, prateleiras e penduradores na casa;
  • Adotamos também a bike como meio de transporte em São Paulo (e cara, é uma delícia pedalar no trânsito);
  • O rbp andou fazendo cookies maravilhosos e também um yakissoba divino;
  • As aulas voltaram com tudo e a melhor matéria não é na Geografia, é nas Artes Plásticas.

A maior novidade, porém – e motivo pelo qual devo agradecer a participação de todos os leitores de Das Haus na enquete de fotografias – é que ganhei Menção Honrosa no 2º Concurso Universitário de Fotografia da Sony-Fotografe. Yeeees! :-) Significa que uma das minhas fotografias ficou entre as 10 primeiras colocadas dentre cerca de 3.500 imagens participantes.

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Petit Paquet: embalagem de arroz

Há algumas semanas, retomamos o costume de andar no bairro da Liberdade. O estímulo, desta vez, foi um filme japonês lindo: Tampopo, que fala genericamente sobre gastronomia, sendo que a linha principal da história é a busca pelo lámen perfeito. Da mesma forma como sempre comemos massa acompanhada de vinho tinto ao assistir Poderoso Chefão; ao ver Tampopo, não resistimos a buscar um bom restaurante de lámen, daqueles que se come na bancada.

Encontramos o Aska, o mais famoso neste prato aqui em São Paulo. De fato muito bom. Lámen gostoso e bem servido – meu preferido é o shoyu tonkotsu – e o melhor guiozá que já comi. A massa é fininha, leve, de um lado crocante, de outro, macia. Vale a pena experimentar. Mas vá com espírito de fast-food no sentido estrito da palavra: é sentar, comer e ir embora. Nada de enrolar. O movimento é grande e a fila dobra a esquina. Tirando isso, aproveite o lámen com calma e se delicie com a sopa na tigela. Continue reading