Tapajós
Recuperamos nossas fotografias do Pará, de quando lá estivemos, no verão de 2006. Em breve, novas fotos e artigos do natal em que passamos sobre o Tapajós.
Badá, obrigada pelo CD com backup de imagens :-)
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Recuperamos nossas fotografias do Pará, de quando lá estivemos, no verão de 2006. Em breve, novas fotos e artigos do natal em que passamos sobre o Tapajós.
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Ilustração que criei este ano, para um convite.
Não sei por que continuo a achar que ninguém lê as coisas que escrevo. Publiquei o ensaio de ontem, sobre o penne, sem pensar nas conseqüências: estraguei a surpresa do jantar de hoje! Por sorte, o casal para quem eu cozinharia torcera justamente pelo mesmo prato que viram aqui no blog. Sorte mesmo, pois a outra opção seria a pizza delivery!
Por outro lado, o ensaio serviu ao seu propósito. O prato de hoje ficou realmente melhor do que o de ontem. Fiz o molho como o outro, apenas diminuindo a quantidade de leite e substituindo por vinho branco seco (cerca de 150ml). Também coloquei menos cebola e temperei com algumas pitadas de gengibre em pó e cerca de 7 sementinhas de erva-doce. Ao invés do penne, fiz fetuccine, minha massa preferida. Ficou maravilhoso, lá lá lá! :-)
Calma, calma, não joguem confetes ainda. O brownie, ao contrário, ficou horrível. Minha balança está emprestada e acabo de descobrir que sem ela sou como cego sem muletas. Como pesar 240g de cacau em pó? Além disso, pela primeira vez resolvi usar cacau ao invés de chocolate em barra, e açúcar mascavo no lugar do branco. Ficou um brownie seco e duro! :( As visitas gostaram, mas este não é o meu brownie!
Pelo menos três vezes ao ano, reservamos para jantar em algum lugar legal. São datas importantes que merecem ser comemoradas e, no fundo, servem de pretexto para conhecermos mais um restaurante em São Paulo. É também quando aproveitamos para buscar grande parte de nossas inspirações culinárias.
Vista de São Paulo da varanda do Skye.
A última vez foi no meu aniversário, em fins de agosto. Ontem, lembrando do deslumbre daquele jantar, resolvi arriscar uma massa com amêndoas em lascas ao molho béchamel. Tenho uma tendência a gostar de coisinhas crocantes junto à comida, principalmente, junto ao arroz e às massas, e usar amêndoas em lascas estava na minha lista de pendências há tempos.
É muito legal quando conseguimos reproduzir em casa pratos especiais, daqueles em que cada garfada traz à boca um deleite de degustação com sabores harmônicos e riqueza em detalhes. São sabores que você não define exatamente. É uma combinação diferente da que seu paladar está habituado, porém, maravilhosa.
O meu béchamel, entretanto, ficou com gosto de comida feita em casa, muito apetitoso e gostoso, mas um sabor ainda de dia-a-dia. Quero aprimorar diminuindo a quantidade de cebola em troca de outros temperos mais delicados. Talvez mais alecrim. Quem sabe um pouquinho de erva-doce? Pode ser que o molho ideal não seja este. Não sei, preciso testar. As lascas de amêndoas, por outro lado, estão mais do que aprovadas.
Eu não gosto de misturar o trabalho à vida pessoal, mas eu estou feliz o bastante para mostrar o meu primeiro trabalho em flash, o banner da Bangoo. Com direito a “Malu de botas” :-D
Apenas a animação dos band-aids em forma de adesivo e o sal caindo do saleirinho não são obras minhas. Técnicas ainda muito avançadas para novatos.

