Archive for August, 2008

Haus própria!

A reforma no Das Haus está levantando uma boa poeira, mas está ficando bonito!

A última leva de mudanças trouxe nova fonte para o letreiro do topo da página, junto a uma pequena reformulação da cor do logo.

O Sobre e o Portfolio têm agora a companhia da Josefina.

E por falar em Josefina, ela também traz novidades:

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Agora, temos casa própria! Iuhuuuuu!!

O antigo endereço – blog.cybershark.net/aline – continuará a existir por um tempo, mas sempre redirecionando para a nova URL: www.dashausdiefrau.com

Portanto, atualizem seus feeds para a casa nova e, novamente, sejam bem-vindos ao Das Haus :-)

Oficinas Gimp e Inkscape no 3° Circuito de SL

Em 2008, acontece o 3° Circuito Paraná de Software Livre. A etapa em São Paulo ocorrerá nos dias 22 e 23 de Agosto, sexta e sábado, no Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (IME-USP). A programação das atividades está no site, assim como o formulário para inscrições (gratuitas).

Me interessei pelas oficinas: Gimp e Inkscape. Como eu já tenho um domínio razoável de Gimp, e o conteúdo da oficina me pareceu mais voltado para principiantes, farei só a de Inkscape, que ao contrário, eu não sei nada e há um tempo já sinto necessidade de aprender. Os resumos abaixo foram extraídos do próprio site do evento:

GIMP – Editor de Imagens

  • Pré-requisitos: ter conhecimentos básidos de informática, conhecimentos básicos em ambiente Debian/Gnome. Programa: noções básicas, interface do programa, ferramentas de edição, ferramentas de retoque, utilização de filtros, trabalho com camadas, manipulação de imagens, transformar imagem, espelhar, rotacionar, redimensionar imagem, cortar imagem, níveis, retocando imagens, correção de olhos vermelhos, gifs animados.

Inkscape – Editor de Desenhos Vetoriais

  • O objetivo principal da oficina é apresentar ao usuário inicial de desenho vetorial numa ferramenta livre, com interface simples, capaz de realizar trabalhos com a mesma qualidade de softwares proprietários.

Além destas, tem várias outras atividades, inclusive, não voltadas para criação e edição de imagens ou desenhos. Eu é que me interesso por este assunto. Mas tem palestras de geoprocessamento, oficinas de BrOffice e muitos outros.

Como assim, bolo sem fermento?

Certa vez, levei os ingredientes para a casa da mamis, que queria aprender a fazer brownies. Ela aprendeu, só não admitia o fato de haver um bolo sem fermento: “Isso não vai dar certo. Este bolo não vai crescer nunca!”. Quando eu menos esperava, lá estava ela colocando uma colherzinha do pó branco na massa, no que eu interrompia, em desespero, tentando salvar o pobre brownie: “Não é para crescer, tem de ficar baixinho e cremoso”. Foi difícil convencê-la. Na verdade, não estou certa de que a tenha convencido. Aliás, aposto que ela anda preparando brownies com fermento por aí. Nunca se sabe…

Brownie

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The cookgeek

Adote um Geek

Quem convive com geeks sabe que quando eles resolvem fazer algo, seja por hobby ou por profissão, fazem direito. Se o geek resolve que agora o legal é praticar esgrima, vai se dedicar àquilo ao máximo: lendo tudo a respeito, descobrindo a história dos melhores lutadores, comprando as melhores roupas e espadas, vendo filmes sobre o assunto. Ele se tornará um lutador de esgrima profissional em poucas semanas. Depois de um tempo – e este tempo varia de geek para geek -, decide que o legal mesmo é praticar escalada em alta montanha. Providenciará piquetas, crampons, roupas técnicas, cursos de escalada profissional e em poucos meses estará fazendo cume no K2.

Risottos

Pratos bem servidos ao modo italiano do chef

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Geocaching I – tentativa frustrada

E lá fomos nós, com o Blair, desbravar novos caminhos em busca do tesouro.

Geocaching funciona assim: alguém esconde um tesouro. Pode ser uma caixa ou um tupperware com um livro de assinaturas junto a alguma lembrança. Então, anuncia na Internet onde está escondido, com a coordenada geográfica ou UTM da localização exata do cache. Quem se interessa por aquela busca, vai com um GPS caçar o tesouro. Ao achar, assina o livro, pega o presente da caixa, deixa outro novo no lugar e fecha o tesouro novamente para o próximo que quiser buscá-lo. Clássica brincadeira de criança feita por adultos. Foi difícil explicar à minha mãe porque fazíamos um caça ao tesouro num sábado cinza, como ontem.

Escolhemos um cache no Núcleo do Engordador, do Parque Estadual da Cantareira. Conhecíamos parte desta serra, pois minha irmã morara na região. Mas não fazíamos a menor idéia de onde era o tal núcleo. Continue reading