Archive for August, 2008

Tempo para peteca

Iuuuuuuh, finalmente, entreguei meu relatório final de pesquisa e fiz a inscrição para o congresso de novembro. Tirando estes elefantes gordos da frente, agora tenho um pouco mais de tempo para mim! Ou pelo menos, assim parece.

Das responsabilidades que restam, tenho apenas a participação obrigatória no tal congresso, para o qual devo elaborar um painel e que promete ser muito divertido; e a transferência da minha bolsa de pesquisa para outra pessoa que queira assumí-la. Isso vai ser um pouco mais chato, pois não depende de mim, mas a pressão para agilizar este processo, esta sim recaí sobre mim.

Porém, não vou me preocupar com nada disso agora, afinal, preciso comemorar! Viva o tempo livre para colocar a mão na massa nos novos projetos. E são muitos! E são difíceis! Não vejo a hora :-)

Peteca

O melhor bolinho de arroz que já fiz

Todo mundo tem o seu desvio de caráter: eu cozinhava com caldos prontos! Eu sei, eu sei que é horrível. Mas eu era nova, não sabia o que fazia.

Caldos prontos são fortes, têm muito sal, são processados, industrializados e não deixam a comida mais gostosa. Ao invés deles, tenha em casa uma meia dúzia de temperos, entre sal, alho, pimenta do reino, alecrim e tomilho. Se estes temperos não resolverem e você precisar do caldo, faça você mesmo. É fácil, pode congelar por meses e fica infinitamente mais gostoso. O rbp andou preparando uns muito bons. Quem sabe postamos!

Mas, assim, houve um tempo em que meu bolinho de arroz era feito com caldo industrializado (eca). Hoje, eu preparo o tempero na hora e fica muito, mas muito melhor. O cheiro que exala do pilão é irresistível, pena  ainda não haver um dispositivo para envio de cheiros via Internet.

O rbp adora e vive a pedir os tais bolinhos. Na última sexta, com a sobra de arroz do almoço (siim, almoço em casa) e os olhinhos piscantes e pidões dele, fiz uma porção para o jantar. Aproveitei para atualizar as medidas da receita. Continue reading

Vidão, hein…

Sabe aquele sonho paulistano de trabalhar com o que gosta, a cinco minutos de casa, num ambiente legal, com pessoas legais? Pois é, São Paulo até se transformou, de repente, numa cidade maravilhosa para viver.

Carro? Apenas algumas vezes por semana, afinal, não posso abandonar a querida USP. Mas é à noite, contra o fluxo e, convenhamos, nem é tão longe assim. Quando dirigir não é uma necessidade de todos os dias e você não precisa passar longas horas no congestionamento ao tenebroso som das buzinas de motos, fica até bastante divertido.

Acordar 10 minutos antes da hora de entrar no trabalho ganhou outra conotação: “droga, hoje vou ter de tomar banho só na hora do almoço”.

Tenho duas opções de caminhos para chegar no escritório: um mais rápido, porém com muito barulho de ônibus, caminhão, buzina e muita fumaça; outro mais longo, de 7 minutos, a passos calmos, entre árvores e flores e mães com bebês.

Quando está muito calor, dá até para dar um mergulho na hora do almoço. Os gatos estão mais felizes: ao meio dia tem comida nova, água fresca e carinho.

Com tudo isso, o uso da cozinha voltou à tona. Afinal, nada mais divertido, saudável e econômico do que comer em casa, principalmente, quando o ritmo do dia-a-dia fica mais tranqüilo. Em breve, novos posts sobre os usos da cozinha.

Ovo
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Photoshop, Gimp e algumas impressões

Todos os desenhos ou tratamentos de imagem que eu fazia, até então, eram no Gimp. Há muito tempo que uso apenas Linux (atualmente, a versão Ubuntu) e o Gimp é um ótimo editor de imagens “software livre” (e que você pode também instalar no seu PC Windows, fazendo o download gratuitamente). Toda a noção de camadas, desenho em vetores, tratamento de imagens etc, aprendi neste programa.

Mais recentemente, comecei a trabalhar com design e, aparentemente, os programas que dominam no mercado são Photoshop e Ilustrator, ambos da Adobe. No começo, foi um choque muito grande. Tem coisas parecidas, mas muitas bem diferentes. Como tudo em computadores, precisa de treino. Estou tendo overdose de Photoshop e durmo sonhando com vetores: puxe pra cá, ajusta aqui, muda paleta de cor…

Ontem, precisei fazer um trabalho em casa e como ainda não instalei o emulador para rodar Windows, estou sem os programas da Adobe. O que não é um problema, afinal, há cinco anos que uso apenas Gimp e ele há de bastar. Engano meu! Da mesma forma como levei um choque na transição Gimp-Photoshop, ontem me senti uma retardada usando o Gimp. O mouse simplesmente não me obedecia. Parecia faltar uma série de ferramentas que me acostumara, tão rapidamente, no Photoshop.

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Tricot para descansar

Hoje tirei o dia para finalizar o relatório conclusivo de um ano de minha pesquisa. Síndrome do estudante, como não poderia ser diferente, deixei tudo para a última hora. Parte por falta de responsabilidade mesmo, parte pelas circunstâncias. Como sempre!

A verdade é que não vejo a hora de tirar este elefante da frente e liberar a cabeça destas preocupações, para me dedicar a outras preocupações que mais me apetecem.

Enquanto isso, vou encarando o chá de cadeira. Para não entrar em pânico, pausa de 10 minutos para o tricot com samba, para descansar as mãos, os olhos e, principalmente, a cabeça.

Cachecol

Floresta

Já estou vendo vetores por tudo, em todos os objetos, nas pessoas, na hora de dormir…

Floresta

    haus_tree1

    MalucatGandalf

Minha câmera

    As fotografias do 'Das Haus' mais antigas foram tiradas com uma Sony DSC-W7. As mais recentes são feitas com uma Canon EOS Rebel, à luz natural e sem o auxílio de equipamentos extras. Para edições de corte, utilizo GIMP ou Photoshop.
    As obras do 'Das Haus' estão protegidas por uma Licença Creative Commons.

    Termos de uso

    Porta

Cybershark