Fotografia a la “Diário de uma motocicleta”
Esta fotografia é uma das minhas favoritas da viagem ao Pará. Estávamos na Transamazônica quando encontramos esta moto.
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Esta fotografia é uma das minhas favoritas da viagem ao Pará. Estávamos na Transamazônica quando encontramos esta moto.
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Uma viagem de cunho geográfico, para conhecer todos os grandes rios de que ouvimos no colégio: Araguaia, Tocantins, Xingu, Tapajós e Amazonas. Ver de perto o resultado de tantos anos de políticas desenvolvimentista, integracionista e expansionista. A Transamazônica. O crescimento da região Central e Norte do Brasil. O que se faz com a floresta? De um lado, extensas áreas de proteção ambiental. De outro, grandes pastos repletos de palmeiras babaçus. Pontos de partida para muita reflexão.
Por mais que eu busque me distanciar do conhecimento geográfico, o meu país me fascina e ver sua história de perto é ainda mais empolgante.
No google maps está o roteiro de nossa viagem. Foram três dias de carro, saindo de Brasília, passando por Goiás, Tocantins até chegar no Pará.
As fotografias são de trechos da BR 230, a Transamazônica, no estado paraense. A estrada Inicia-se com uma pequena porção asfaltada, mas logo substitui-se pelo chão de terra.
Recuperamos nossas fotografias do Pará, de quando lá estivemos, no verão de 2006. Em breve, novas fotos e artigos do natal em que passamos sobre o Tapajós.
Badá, obrigada pelo CD com backup de imagens :-)
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Achei muito legal quando li que a Capoeira tinha se elevado à categoria de patrimônio cultural brasileiro (Estadao.com.br). Significa que ela passa a ser oficialmente um “bem cultural” do Brasill e, na prática, algumas regras começam a valer, como o plano de previdência para os mestres de capoeira.
O mais interessante, entretanto, é notar o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Iphan. Pouca gente conhece, mas o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional é um importante órgão federal brasileiro, que realiza este trabalho de reconhecimento, manutenção, preservação e divulgação da nossa história e cultura. Foi, em grande medida, o responsável por esta ação da capoeira. Continue reading
Em Minas Gerais, nas cidades históricas do século XVIII, o que encontrei de mais bonito não foram as ostentosas igrejas barrocas repletas de ouro. Não foi o queijinho, nem a cachaça, nem o doce de leite. Não foi a timidez e simpatia do mineiro. Não foram as ruas feitas de pedras pelos escravos. Foram, antes, as portas e janelas do período colonial.
Os estilos variam entre as três fases do barroco. Parecem até simples portinholas, mas muitas foram porta de entrada da grande elite do ouro. As residências não tinham jardim frontal. A separação entre a casa e a rua era delimitada pela porta. O lado de fora era o lugar do profano; a casa, o do sagrado. A área de lazer era o pátio ao fundo, fora das vistas da sociedade. Muitas janelas valorizavam o “de dentro se olha para fora, mas de fora não se pode enxergar dentro”. Continue reading
Já falei do Paraná, já falei de Brasília, agora falta falar do terceiro destino destas férias.
É a segunda vez que visito o Rio de Janeiro e parece que ele tem se escondido de mim. Nos dois finais de semana em que lá estive, o tempo não foi dos melhores. Da primeira vez, muita garoa. Desta, calor e dias nublados. Continue reading




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