Equilibrista

Ilustração que criei este ano, para um convite.

Ilustração que criei este ano, para um convite.
Iuuuuuuh, finalmente, entreguei meu relatório final de pesquisa e fiz a inscrição para o congresso de novembro. Tirando estes elefantes gordos da frente, agora tenho um pouco mais de tempo para mim! Ou pelo menos, assim parece.
Das responsabilidades que restam, tenho apenas a participação obrigatória no tal congresso, para o qual devo elaborar um painel e que promete ser muito divertido; e a transferência da minha bolsa de pesquisa para outra pessoa que queira assumí-la. Isso vai ser um pouco mais chato, pois não depende de mim, mas a pressão para agilizar este processo, esta sim recaí sobre mim.
Porém, não vou me preocupar com nada disso agora, afinal, preciso comemorar! Viva o tempo livre para colocar a mão na massa nos novos projetos. E são muitos! E são difíceis! Não vejo a hora :-)
Todo mundo tem o seu desvio de caráter: eu cozinhava com caldos prontos! Eu sei, eu sei que é horrível. Mas eu era nova, não sabia o que fazia.
Caldos prontos são fortes, têm muito sal, são processados, industrializados e não deixam a comida mais gostosa. Ao invés deles, tenha em casa uma meia dúzia de temperos, entre sal, alho, pimenta do reino, alecrim e tomilho. Se estes temperos não resolverem e você precisar do caldo, faça você mesmo. É fácil, pode congelar por meses e fica infinitamente mais gostoso. O rbp andou preparando uns muito bons. Quem sabe postamos!
Mas, assim, houve um tempo em que meu bolinho de arroz era feito com caldo industrializado (eca). Hoje, eu preparo o tempero na hora e fica muito, mas muito melhor. O cheiro que exala do pilão é irresistível, pena ainda não haver um dispositivo para envio de cheiros via Internet.
O rbp adora e vive a pedir os tais bolinhos. Na última sexta, com a sobra de arroz do almoço (siim, almoço em casa) e os olhinhos piscantes e pidões dele, fiz uma porção para o jantar. Aproveitei para atualizar as medidas da receita. Continue reading
Sabe aquele sonho paulistano de trabalhar com o que gosta, a cinco minutos de casa, num ambiente legal, com pessoas legais? Pois é, São Paulo até se transformou, de repente, numa cidade maravilhosa para viver.
Carro? Apenas algumas vezes por semana, afinal, não posso abandonar a querida USP. Mas é à noite, contra o fluxo e, convenhamos, nem é tão longe assim. Quando dirigir não é uma necessidade de todos os dias e você não precisa passar longas horas no congestionamento ao tenebroso som das buzinas de motos, fica até bastante divertido.
Acordar 10 minutos antes da hora de entrar no trabalho ganhou outra conotação: “droga, hoje vou ter de tomar banho só na hora do almoço”.
Tenho duas opções de caminhos para chegar no escritório: um mais rápido, porém com muito barulho de ônibus, caminhão, buzina e muita fumaça; outro mais longo, de 7 minutos, a passos calmos, entre árvores e flores e mães com bebês.
Quando está muito calor, dá até para dar um mergulho na hora do almoço. Os gatos estão mais felizes: ao meio dia tem comida nova, água fresca e carinho.
Com tudo isso, o uso da cozinha voltou à tona. Afinal, nada mais divertido, saudável e econômico do que comer em casa, principalmente, quando o ritmo do dia-a-dia fica mais tranqüilo. Em breve, novos posts sobre os usos da cozinha.
Neste domingo, enquanto caminhava na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, um turista, envolvido com a beleza do pôr-do-sol, com o Pão de Açúcar e o brilho da favela Vidigal, perdeu as sandálias que se encontravam penduradas em uma bolsa.
Até o momento, nada se sabe a respeito do paradeiro dos calçados.




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