Archive for the 'Outros' category

Frohe Weihnachten und neues Jahr

Este foi um ano bacana para o Das Haus Die Frau. Não tivemos muitos posts, é verdade, mas escrevemos um pouco sobre comida, incluindo um projeto divertido de design e gastronomia, alguns tricots novos, desenhamos layouts, iniciamos uma nova série sobre viagem na europa e ganhamos um prêmio de fotografia.

Fora o blog, 2009 foi um ano excelente:

  • eu e o Érre conseguimos organizar várias pendências da casa
  • a faculdade voltou a dar um gás fenomenal e está divertida novamente, culminando para um fechamento de ano com dez na média final de todas as disciplinas e um super projeto encadeado para o próximo ano
  • concluímos o primeiro ano do curso de alemão e já conseguimos conversar com minha mãe, com o opa e ler livros com meu pai em alemão Continue reading

Resumo de mais um aniversário

Neste sábado, encerrei a maratona de comemorações de aniversário deste ano, que durou exatamente uma semana, com direito a festa surpresa organizada pela sogra, cervejada, patins no gelo, uma tarde inteira bundando na livraria e picnic no sábado. Por mim, passava mais umas semanas só comemorando. Obrigada a todos que dividiram este tempo comigo, inclusive aos amigos à distância, que telefonaram, enviaram mensagens e sinais de fogo :)

Paella

Paella em Brasília. Festa surpresa. Continue reading

Guten Morgen

Guten Morgen

E assim, começa o dia!

Pépi

Tudo começou há mais ou menos um mês, mais precisamente na semana de natal, e, para mim, na semana do meu aniversário (26/12). Sim, foi nessa semana cheia de comemorações que ganhei do Destino um presente. Lembro-me de que chovia muito e, um velho ditado já diz que “sempre depois de uma boa chuva vem um belo sol”, meu sol chegou antes e veio durante a chuva, meu sol de quatro patas, pêlo macio, orelhas fofinhas e molhadas, miando como quem quer achar a mãe naquela tempestade. Eu o acolhi, um gatinho siamês de 2 meses, bravo e desajeitado que tinha o hábito de andar de lado, o que dava muitos motivos para ser caçoado. Eu o chamei de Pépi (confesso que pensei em chamá-lo de Frederico, mas por experiências anteriores que já compartilhei com vocês, achei melhor não). Então Pépi ficou em casa. Lógico que tive de insistir muito com meu pai que ODEIA gatos, mas ele se rendeu aos meus apelos. Pépi conquistou um a um na minha casa, e logo no natal, quando a família se reuniu, ele pôde conhecer todos, até alguns vizinhos ele teve o privilégio de conhecer. Eu o apresentei aos cachorros, que, tenho de admitir, não ficaram muito felizes com sua permanência na casa. Minha golden foi a que melhor o aceitou.

Pépi não era um gato manso, quando não gostava de algo tratava de me dizer (do seu jeito, é claro), e admito que levei algumas mordidas até aprender a falar seu “idioma”. Eu havia ganhado um amigo, alguém com quem passar as férias, alguém para cuidar, alguém com quem passei cada hora do meu dia (e da minha noite). Tínhamos muitas coisas em comum: nós dois dormíamos 2/3 do dia, comíamos muito e ficávamos bobos com o cheiro de carne.

Pépi tinha fascínio por pés, creio que para ele os pés eram mais um brinquedo. Ele se escondia debaixo da cortina e ficava ali, esperando alguém passar, e quando passava ele pulava e atacava seus pés. No começo levei tantos sustos…

Continue reading

Não só de salsichões e strudels vive a Áustria

wolfs

Terça-feira, saímos para uma comemoração provisória do nosso aniversário de casamento, já que a semana está pra lá de corrida e não caberia nada muito elaborado numa terça-feira chuvosa e com cinco pontos de alagamento na cidade. Fomos ao Wolf’s Garten, o restaurante do chef austríaco, há poucos quarteirões de casa e onde almoçamos toda a semana.

Caramba, eu me esquecera de como era gostoso o cardápio do jantar. Estava tudo tremendamente bom e, no fim, de provisória, nossa comemoração não teve nada. Para mostrar quem é que manda nesta relação que perdura, tomamos um vinho tinto austríaco.

Eu sabia que a Áustria fazia cervejas, não tão boas quanto as alemãs ou belgas, mas gostosas. Conhecia também a fama da weiss wurst, dos strudels, knödels e schnitzels. Tinha ouvido falar dos vinhos brancos. Mas não sabia dos tintos. É tão legal quando tropeçamos em nossos próprios preconceitos e quebramos a cara. E vou dizer, entrou na lista dos melhores vinhos que já tomei: Illmitz, a região que dá nome ao vinho, feito com a uva Zweigelt, da vinícola Alois Kracher. Tem para comprar na Mistral. :)

Leia mais em Das Haus Die Frau: