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	<title>Das Haus Die Frau &#187; Socioambiental</title>
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		<title>Revisando opiniões</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 14:04:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[De vez em quando, dou algumas dicas e sugestões aqui no &#8216;Das Haus&#8217;. De vez em quando, também, mudo de idéia à respeito dessas dicas. Este post é, então, uma breve revisão de algumas sugestões que, outrora, passei para vocês: Eu escrevi um artigo, Pizza Integral, falando sobre uma pizzaria natureba da Vila Madalena, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De vez em quando, dou algumas dicas e sugestões aqui no <em>&#8216;Das Haus&#8217;</em>. De vez em quando, também, mudo de idéia à respeito dessas dicas. Este post é, então, uma breve revisão de algumas sugestões que, outrora, passei para vocês:</p>
<ol>
<li>Eu escrevi um artigo, <a href="http://dashausdiefrau.com/347" target="_self">Pizza Integral</a>, falando sobre uma pizzaria natureba da Vila Madalena, que teria massas integrais e recheios orgânicos. De fato, eles têm massa integral e é boa. Eu gosto! Já a pizza como um todo é gostosa normal &#8211; sabor bem padrão, e eles quase nunca têm os recheios orgânicos. É uma pizzaria para o dia-a-dia, sem nada especial. Na verdade, chega a incomodar a armadilha eco-chata e pseudo-natureba. O panfleto de delivery é, teoricamente, em papel reciclado e eles têm a tal &#8220;eco-forneria&#8221;, que seria um forno a gás e não a lenha.</li>
<li>Um dia, falei sobre o aspirador Ergorapido, em <a href="http://dashausdiefrau.com/231" target="_self">Upgrade de carro &#8211; da vassoura ao ergorapido</a>. De fato, é um excelente aspirador de pó. Pequeno, fácil de guardar, eficiente etc. Porém, funciona perfeitamente se sua casa é pequena: a bateria não dura muito.</li>
<li>Falei também sobre o celular da Alcatel, <a href="http://dashausdiefrau.com/311  " target="_self">Music &#8211; Mobile by Alcatel, modelo OT-E801</a>, ele é tudo aquilo que escrevi no artigo: um aparelho básico e barato, com a vantagem de ser mp3 &#8211; na época isto não era comum em celulares básicos. A grande desvantagem dele, que me incomodava profundamente, era o fato de ser lento. Software lerdo, muito lerdo. Não gostei!</li>
</ol>
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		<title>A importância da separação entre o Lixo orgânico e os demais</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/396</link>
		<comments>http://dashausdiefrau.com/396#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 21:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[No Brasil, ou pelo menos em São Paulo, costumamos separar o lixo em apenas duas categorias: Lixo reciclável: plástico, papel, metais, vidros, isopor etc. Lixo orgânico: todo o restante. Essas denominações são muito utilizadas, mas não estão corretas. &#8220;Lixo orgânico&#8221;, em princípio, seria todo o resíduo de natureza orgânica, como restos de alimentos, alguns tipos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">No Brasil, ou pelo menos em São Paulo, costumamos separar o lixo em apenas duas categorias:</p>
<ul>
<li><strong>Lixo reciclável:</strong> plástico, papel, metais, vidros, isopor etc.</li>
<li><strong>Lixo orgânico:</strong> todo o restante.</li>
</ul>
<p class="western" align="justify">Essas denominações são muito utilizadas, mas não estão corretas.</p>
<p class="western" align="justify">&#8220;Lixo orgânico&#8221;, em princípio, seria todo o resíduo de natureza orgânica, como restos de alimentos, alguns tipos de tecido, madeira etc. Entretanto, no nosso lixo chamado &#8220;orgânico&#8221;, encontramos diversos tipos de resíduos diferentes, como acrílicos, espelhos, cerâmicas etc. Esses materiais não são orgânicos, mas também não são recicláveis. O que são, então?<span id="more-396"></span></p>
<p class="western" align="justify">Idealmente, a distinção que deveria ser feita para a coleta seletiva, implicaria na criação de uma nova categoria além das duas já existentes: a do &#8220;lixo não-reciclável&#8221;. Em um artigo publicado anteriormente, apresentei uma <a href="http://blog.cybershark.net/aline/392">lista dos resíduos que não se reciclam</a>.</p>
<p class="western" align="justify">Em alguns países, como na Alemanha, esta distinção entre o lixo é realizada. E por que é importante?</p>
<p class="western" align="justify">Um dos grandes problemas do lixo é a falta de espaço para depositá-lo. Em uma cidade como São Paulo, com mais de 10 milhões habitantes, a quantidade de lixo produzido é enorme. Estima-se que cada paulistano produz, em média, 1,2 kg de lixo por dia. O destino destes resíduos é o aterro sanitário, que são grandes áreas previamente adaptadas, segundo normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), para a deposição de resíduos.</p>
<p class="western" align="justify">Por conta da geração de de substâncias poluidoras e tóxicas ao homem durante o processo de decomposição do lixo, os aterros sanitários ficam um longo período sem uso mesmo após terem sido desativados. É preciso esperar cerca de 10 a 20 anos para que aquele espaço possa ser reutilizado de alguma maneira.</p>
<p class="western" align="justify">Assim, se o lixo orgânico fosse separado dos demais, seria possível enviá-lo a usinas de compostagem, para ser transformado em adubo. O lixo completaria o seu ciclo natural de existência, servindo de alimento para plantas no solo, e resolveríamos significativamente o problema de espaço para armazená-lo.</p>
<p class="western" align="justify">Idealmente, portanto, todo lixo deveria ser separado da seguinte forma:</p>
<p class="western" align="justify"><a title="lixo.jpg" href="http://blog.cybershark.net/aline/wp-content/lixo.jpg"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://blog.cybershark.net/aline/wp-content/lixo.jpg" alt="lixo.jpg" width="352" height="134" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Quadro explicativo sobre qual seria o melhor destino para cada categoria de lixo.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><strong>Posts em <em>Das Haus Die Frau</em> sobre o tema:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/392">Reciclagem: o que não recicla?</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/393">Reciclagem de Pilha</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/394">Reciclagem de Óleo de Cozinha</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/395">Reciclagem de Isopor</a></li>
</ul>
<p><strong>Sites externos relacionados:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www6.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/servicoseobras/limpurb/0005">Programa de Coleta Seletiva da Prefeitura de São Paulo</a></li>
<li><a href="http://www.saudenainternet.com.br/portal_saude/aterro-sanitario-versus-lixao.php">Aterro sanitário versus lixão &#8211; Saúde na Internet</a></li>
<li><a href="http://www.saudenainternet.com.br/portal_saude/eu-reciclo-.php">Eu reciclo! &#8211; Saúde na Internet</a></li>
<li><a href="http://www.reciclandosp.hpg.ig.com.br/lixo.htm">Curiosidades &#8211; Sensibilizações para a questão do lixo</a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aterro_sanit%C3%A1rio">Aterro sanitário &#8211; Wikipédia</a></li>
<li><a href="http://www.institutogea.org.br/2b.htm">Lixões, aterros sanitários e incineradores &#8211; Instituto Gea</a></li>
</ul>
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		<title>Reciclagem de Isopor</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/395</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 18:14:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre pensei que isopor não era reciclável e o jogava em lixo orgânico*. Eis que pesquisando no Portal da Prefeitura, um dos materiais indicados para reciclagem é o isopor. Em um primeiro momento, ele não era reciclável pela inexistência de tecnologia para isto. Entretanto, esta fase já foi superada. Pode ser tanto transformado em outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">Sempre pensei que isopor não era reciclável e o jogava em lixo orgânico*. Eis que pesquisando no <a href="http://www6.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/servicoseobras/limpurb/0005">Portal da Prefeitura</a>, um dos materiais indicados para reciclagem é o isopor.</p>
<p class="western" align="justify">Em um primeiro momento, ele não era reciclável pela inexistência de tecnologia para isto. Entretanto, esta fase já foi superada. Pode ser tanto transformado em outros materiais diferentes, quanto no próprio poliestireno, o material do isopor, novamente.</p>
<p class="western" align="justify">Num segundo momento, o fato de não reciclá-lo era mais um motivo econômico do que tecnológico. A reciclagem deste material não era<span id="more-395"></span> financeiramente viável para as cooperativas, pois sua baixa densidade &#8211; material muito leve comparando com sua massa (ou tamanho) &#8211; exigia uma grande área para armazenagem do resíduo, que demorava até alcançar a quantidade em peso (toneladas) necessária para ser vendida às indústrias de reciclagem.</p>
<p class="western" align="justify">Atualmente, entretanto, a Prefeitura de São Paulo está recolhendo isopor para reciclar.</p>
<p class="western" align="justify">&nbsp;</p>
<p class="western" align="justify"><strong>Posts em <em>Das Haus Die Frau</em> sobre o tema:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/392">Reciclagem: o que não recicla?</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/393">Reciclagem de Pilha</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/394">Reciclagem de Óleo de Cozinha</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/396">A importância da separação entre o Lixo orgânico e os demais</a></li>
</ul>
<p><strong>Sites externos relacionados:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www6.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/servicoseobras/limpurb/0005">Programa de Coleta Seletiva da Prefeitura de São Paulo</a></li>
<li><a href="http://www.aipa.org.br/urt-162-4A-mitos-recicl-ger.htm#2">Mito do Isopor: Ele é reciclável? &#8211; Urtiga</a></li>
</ul>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">* acostumamos a chamar de &#8220;lixo orgânico&#8221; tudo o que é resíduo e não se recicla. Mas na realidade, apenas pertencem a esta categoria resíduos orgânicos, como restos de alimento, alguns tipos de tecido, madeira etc. Materiais como acrílico, por exemplo, que não são recicláveis, mas também não são orgânicos, teoricamente, deveriam estar separados em uma outra categoria de lixo. Em São Paulo, esta divisão ainda não acontece.</p>
</blockquote>
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		<title>Reciclagem de Óleo de Cozinha</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/394</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 18:13:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[O óleo de cozinha é um resíduo que merece atenção especial por dois motivos: se despejado nos ralos pode entupir canos seriamente; um problema ainda maior é que pequenas quantidades de óleo poluem milhares de litros de água. Existem projetos que estão começando a tratar deste tipo de lixo em São Paulo. Alguns condomínios, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">O óleo de cozinha é um resíduo que merece atenção especial por dois motivos: se despejado nos ralos pode entupir canos seriamente; um problema ainda maior é que pequenas quantidades de óleo poluem milhares de litros de água.</p>
<p class="western" align="justify">Existem projetos que estão começando a tratar deste tipo de lixo em São Paulo. Alguns condomínios, o meu inclusive, instalaram bombas coletoras para o despejo deste resíduo. <span id="more-394"></span>O que se recomenda, usualmente, é que o óleo seja jogado no lixo orgânico dentro de garrafas PET de plástico, de modo que possa ser separado do restante. Mas não há nenhuma garantia de que este óleo irá receber o tratamento ideal.</p>
<p class="western" align="justify">O melhor mesmo seria levá-lo, por exemplo, na diocesse de Santo André, onde o projeto &#8220;Óleo da Fraternidade&#8221; recolhe todo o material e o entrega (ou vende, não sei) para empresas que fabricam ração animal ou biocombustíveis.</p>
<p class="western" align="justify">&nbsp;</p>
<p class="western" align="justify"><strong>Posts em <em>Das Haus Die Frau</em> sobre o tema:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/392">Reciclagem: o que não recicla?</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/393">Reciclagem de Pilha</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/395">Reciclagem de Isopor</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/396">A importância da separação entre o Lixo orgânico e os demais</a></li>
</ul>
<p><strong>Sites externos relacionados:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www6.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/servicoseobras/limpurb/0005">Programa de Coleta Seletiva da Prefeitura de São Paulo</a></li>
<li><a href="http://www.reciclaveis.com.br/noticias/00801/0080129oleo.htm">Notícia: óleo de cozinha e reciclagem &#8211; Recicláveis</a></li>
</ul>
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		<title>Reciclagem de Pilha</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/393</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 17:58:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cybershark.net/aline/393</guid>
		<description><![CDATA[É muito, mas muito importante não misturar pilhas e baterias ao lixo orgânico, pois elas possuem substâncias químicas altamente poluentes, que podem entrar em contato com o solo, lençol freático e poluir água, contaminar produções agrícolas etc. É perigoso de verdade! No processo de reciclagem, é preciso retirar antes os metais pesados, que são reutilizados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">É muito, mas muito importante não misturar pilhas e baterias ao lixo orgânico, pois elas possuem substâncias químicas altamente poluentes, que podem entrar em contato com o solo, lençol freático e poluir água, contaminar produções agrícolas etc. É perigoso de verdade!</p>
<p class="western" align="justify">No processo de reciclagem, é preciso retirar antes os metais pesados, que são reutilizados em<span id="more-393"></span> outras indústrias, como na de tintas, por exemplo. Já o plástico que envolve a pilha é reciclado normalmente e utilizado na indústria plástica.</p>
<p class="western" align="justify">Na capital paulista, a <a href="http://www.drogariasaopaulo.com.br/home.htm">Drogaria São Paulo</a> está recolhendo pilhas (e também baterias) usadas, basta deixá-las em alguma unidade da drogaria. Algumas subprefeituras, como a do Itaim Paulista, estão participando desta coleta, recolhendo e encaminhando este material para a drogaria.</p>
<p class="western" align="justify">&nbsp;</p>
<p class="western" align="justify"><strong>Posts em <em>Das Haus Die Frau</em> sobre o tema:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/392">Reciclagem: o que não recicla?</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/394">Reciclagem de Óleo de Cozinha</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/395">Reciclagem de Isopor</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/396">A importância da separação entre o Lixo orgânico e os demais</a></li>
</ul>
<p><strong>Outros sites relacionados:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www6.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/servicoseobras/limpurb/0005">Programa de Coleta Seletiva da Prefeitura de São Paulo</a></li>
<li><a href="http://www.reciclarepreciso.hpg.ig.com.br/pilhasbaterias.htm">Destino de Pilhas e Baterias &#8211; Reciclar é Preciso</a></li>
<li><a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=15198">Notícia: Itaim Paulista coleta pilhas e baterias &#8211; Prefeitura de São</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Reciclagem: o que não recicla?</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/392</link>
		<comments>http://dashausdiefrau.com/392#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 13:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cybershark.net/aline/392</guid>
		<description><![CDATA[Este é o primeiro de uma série de posts sobre reciclagem. Em São Paulo, muitos condomínios e residências estão aos poucos se adequando a nova realidade do lixo reciclável. Há alguns anos, este tipo de iniciativa só era possível com ações isoladas, grupos de pessoas que se mobilizavam para entregar ou vender seu lixo seletivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p class="western" align="justify">Este é o primeiro de uma série de posts sobre reciclagem.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">Em São Paulo, muitos condomínios e residências estão aos poucos se adequando a nova realidade do lixo reciclável. Há alguns anos, este tipo de iniciativa só era possível com ações isoladas, grupos de pessoas que se mobilizavam para  entregar ou vender seu lixo seletivo a cooperativas. Hoje, a Prefeitura de São Paulo já tem um programa de coleta seletiva e atende vários distritos da cidade: Aricanduva, Butantã, Freguesia do Ó, Itaim, Itaquera, Jabaquara, Lapa, Pinheiros e Santo Amaro são alguns deles. A lista completa está no <a href="http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/servicoseobras/limpurb/0004">site da Prefeitura</a>.</p>
<p class="western" align="justify">Em princípio, materiais recicláveis são: vidro, plástico, papel e metal. Mas não é exatamente assim que funciona.<span id="more-392"></span> Antes de mais nada, existem tipos de vidro, de plástico, de papel e de metal que não se reciclam. Outros materiais como pilha, óleo de cozinha e isopor não estão nesta lista básica, mas podem ser reciclados também.</p>
<p class="western" align="justify">No <a href="http://www.ib.usp.br">ib.usp.br</a>, encontrei uma lista do que não se recicla:</p>
<ul>
<li>&#8220;Vidros não recicláveis: espelhos, cristal, ampolas de medicamentos, cerâmicas e louças, lâmpadas, vidros temperados planos.&#8221;</li>
<li>&#8220;Plásticos não recicláveis: cabos de panela, tomadas,<em> isopor</em>, adesivos, espuma, teclados de computador, acrílicos.&#8221; [<em>observação minha: <a href="http://blog.cybershark.net/aline/395">isopor é reciclável sim</a></em>]</li>
<li>&#8220;Papéis não recicláveis: adesivos, etiquetas, fita crepe, papel carbono, fotografias, papel toalha, papel higiênico, papéis e guardanapos engordurados, papéis metalizados, parafinados ou plastificados.&#8221;</li>
<li>&#8220;Metais não recicláveis: clipes, grampos, esponjas de aço, latas de tintas, latas de combustível e <em>pilhas</em>&#8221;  [<em>observação minha: <a href="http://blog.cybershark.net/aline/393">pilhas são recicláveis sim</a></em>]</li>
</ul>
<p class="western" align="justify">Muitos desses materiais não reciclamos pelo simples fato de que no Brasil ainda não temos a tecnologia disponível para isto. Mas é preciso ficar muito atento ao que é verdade e o que é mito.</p>
<p class="western" align="justify">Na listagem acima, por exemplo, diz que pilha não é reciclável. Entretanto, recicla-se pilha sim. O que acontece é que ela não pode ser classificada como metal, deve ser separada dos outros tipos de recicláveis em uma nova categoria, pois o processo de reciclagem é diferente, mais complexo do que os demais.</p>
<p class="western" align="justify">&nbsp;</p>
<p class="western" align="justify"><strong>Posts em <em>Das Haus Die Frau</em> sobre o tema:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/393">Reciclagem de Pilha</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/394">Reciclagem de Óleo de Cozinha</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/395">Reciclagem de Isopor</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/aline/396">A importância da separação entre o Lixo orgânico e os demais</a></li>
</ul>
<p><strong>Sites externos relacionados:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www6.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/servicoseobras/limpurb/0005">Programa de Coleta Seletiva da Prefeitura de São Paulo</a></li>
<li><a href="http://www.ib.usp.br/coletaseletiva/saudecoletiva/reciclaveis.htm">Materiais recicláveis &#8211; ib.usp.br</a></li>
<li><a href="http://www.reciclaveis.com.br/">Recicláveis</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Certificação de Orgânicos no Brasil</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/391</link>
		<comments>http://dashausdiefrau.com/391#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 19:59:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cybershark.net/aline/391</guid>
		<description><![CDATA[Outro dia, eu discutia neste blog a questão da certificação de alimentos orgânicos no Brasil. Eis que em dezembro último foi deferido um decreto decretada a lei que regulamenta o mercado deste tipo de agricultura. Até então, os alimentos eram produzidos pelo agricultor, que se submetia às regras de alguma certificadora. Estas regras, entretanto, eram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">Outro dia, eu discutia neste blog a questão da certificação de alimentos orgânicos no Brasil. Eis que em dezembro último foi deferido um decreto <span style="text-decoration: line-through;">decretada a lei</span> que regulamenta o mercado deste tipo de agricultura.</p>
<p class="western" align="justify">Até então, os alimentos eram produzidos pelo agricultor, que se submetia às regras de alguma certificadora. Estas regras, entretanto, eram diferentes para cada instituição fornecedora do certificado, gerando alimentos orgânicos com critérios distintos e deixando o consumidor confuso na hora de comprar.</p>
<p><a title="Vegetais Orgânicos por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2056460413/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2279/2056460413_41468f9d01.jpg" alt="Vegetais Orgânicos" width="500" height="375" /></a></p>
<p class="western" align="justify"><span id="more-391"></span>Até Julho de 2008 o novo decreto <span style="text-decoration: line-through;">a nova lei</span> deve entrar em vigor e os produtores, empresas e certificadoras terão cerca de um a dois anos para se enquadrar às novas regras.</p>
<p class="western" align="justify">Um problema que ainda se mantém é a variação de critérios entre o mercado nacional e internacional, dificultando a exportação brasileira desses alimentos com o selo &#8220;orgânico&#8221;. Na Europa, por exemplo, as regras são muito mais rígidas do que no Brasil.</p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify"><em>Fonte da notícia: Página 22, fevereiro de 2008.</em></p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Carrefour e a seção de feira: orgânicos e outras decepções</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 19:41:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ops, pensei alto]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos preparando para mais uma orgia gastronômica (repito: gastronômica) na companhia de dois grandes amigos, Rodrigo e eu fomos ao Carrefour Villa Lobos comprar os ingredientes faltantes de nossas receitas. Como todas as grandes empresas hoje, o Carrefour também faz uma intensa apologia ao desenvolvimento sustentável, preservação do meio-ambiente, responsabilidade social e mais um monte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">Nos preparando para mais uma <em>orgia gastronômica</em> (repito: gastronômica) na companhia de dois grandes amigos, Rodrigo e eu fomos ao <a href="http://www.carrefour.com.br/">Carrefour Villa Lobos</a> comprar os ingredientes faltantes de nossas receitas.</p>
<p class="western" align="justify">Como todas as grandes empresas hoje, o Carrefour também faz uma intensa apologia ao desenvolvimento sustentável, preservação do meio-ambiente, responsabilidade social e mais um monte de termos socialmente corretos que estamos acostumados a ouvir no dia-a-dia.</p>
<p class="western" align="justify">Chegando na seção de feira do hipermercado, fui em direção à prateleira onde estava escrito em letras garrafais: ORGÂNICOS.  <span id="more-361"></span>Comecei a escolher as maçãs que usaria no <a href="http://lacucinetta.blogspot.com/2007/11/crumble-de-mas-sobremesa-mais-fcil-do.html">Crumble</a>, quando me dei conta de que ao meu lado estavam produtos que eu conhecia e sabia que não eram orgânicos. Comecei a verificar as embalagens das maçãs, dos legumes que lá estavam e nenhum, <strong>absolutamente nenhum</strong>, possuia o certificado de produto orgânico.</p>
<p><a title="Vegetais Orgânicos por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2056460429/"><img class="alignleft" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2349/2056460429_b46067f55f_m.jpg" alt="Vegetais Orgânicos" width="240" height="180" /></a></p>
<p class="western" align="justify">Qualquer produto que não contenha o certificado legal de produção sem uso de agrotóxico não pode ser vendido como orgânico. É para isso que servem as instituições que certificam este tipo de produção e uma lei que proíbe a venda de produtos não-orgânicos como orgânicos. No site <a href="http://www.planetaorganico.com.br/OQUEPLAN.HTM">Planeta Orgânico</a>, há uma <a href="http://www.planetaorganico.com.br/qcertif.htm">lista das instituições que fornecem este certificado</a>.</p>
<p class="western" align="justify">Confusa, fui perguntar a funcionária quais daqueles produtos eram orgânicos. Ela informou que apenas as frutas não eram. Dupla indignação: pois as maçãs estavam exatamente embaixo de um enorme letreiro dizendo ORGÂNICOS, ou seja, elas tinham de ser orgânicas ou o mercado estava cometendo um crime de enganação ao cliente; além disso, ao contrário do que dissera a funcionária, as demais verduras e legumes que lá estavam não eram orgânicos também. Alguns possuiam na embalagem uma etiqueta dizendo &#8220;produto natural&#8221;, &#8220;alimento higienizado&#8221; etc, mas isto não significa ser orgânico. Aliás, o que diabos significa uma etiqueta numa alface dizendo &#8220;produto natural&#8221;?</p>
<p class="western" align="justify">Com este <em>modismo sócio-saudável-natureba</em>, somos constantemente enganados. Este foi só mais um exemplo. Já havia publicado neste blog <a href="http://blog.cybershark.net/aline/306">o caso do filtro de café Melitta</a>.</p>
<p class="western" align="justify">Para completar nosso passeio frustrante ao hipermercado, enquanto o Rodrigo escolhia algumas folhas em outra prateleira, já convencidos de que não compraríamos nada orgânico, um cliente que estava por perto falou ao funcionário do mercado: &#8220;avise ele&#8221;, referindo-se ao Rodrigo. O funcionário informou que estavam retirando todos os produtos daquela prateleira e que não deveríamos pegar nada. Naturalmente, o Rodrigo fez uma típica &#8220;cara de ué&#8221;. O cliente, então, sussurrou esclarecendo: &#8220;acabou de passar um <strong>rato</strong> por aqui&#8221;.</p>
<p class="western" align="justify">Trash? Absolutamente nojento!</p>
<p class="western" align="justify">Deixamos nossas compras e fomos a outro mercado. Encontramos, dos produtos que queríamos, 85%  orgânicos e fizemos nosso jantar felizes e contentes. Aliás, <a href="http://blog.cybershark.net/aline/360">nosso risotto de limão ficou ótimo</a> :-)</p>
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		<title>Usina Hidrelétrica de Itaipu</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 02:22:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Era década de 1960, Brasil nas mãos dos militares, audaciosos projetos de modernização. Lá estava ela, projetada para o iluminar o futuro do país. 1973, primeira crise do petróleo. O preço do barril se eleva mais de 300% e o mundo começa a pensar mais sério em outras fontes possíveis de energia. Dentro deste contexto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">Era década de 1960, Brasil nas mãos dos militares, audaciosos projetos de modernização. Lá estava ela, projetada para o iluminar o futuro do país.</p>
<p class="western" align="justify">1973, primeira crise do petróleo. O preço do barril se eleva mais de 300% e o mundo começa a pensar mais sério em outras fontes possíveis de energia.</p>
<p class="western" align="justify">Dentro deste contexto, e pelo fato de o Brasil possuir um território rico em grandes e importantes rios, foi iniciada a obra da que seria a maior usina hidrelétrica do mundo: Itaipu.<span id="more-321"></span></p>
<ul>
<li><strong>PANORAMA DA BACIA HIDROGRÁFICA TIETÊ-PARANÁ</strong></li>
</ul>
<p class="western" align="justify">O lugar escolhido para a construção desta gigante máquina de energia foi a antiga região do Salto de Sete Quedas, na divisa entre Brasil e Paraguai. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Salto_de_Sete_Quedas">Salto de Sete Quedas</a> era o nome dado a um conjunto de quedas d&#8217;águas do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Paran%C3%A1">rio Paraná</a>.</p>
<p class="western" align="justify">O rio Paraná é um importante sistema fluvial do país, sendo o nono maior do mundo. Nasce entre os estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul e corre no sentido sul, passando pelo estado do Paraná e desaguando na foz do Iguaçu.</p>
<p class="western" align="justify">Por ser um rio tão importante, imagina-se que sua capacidade ou fluxo de água seja grande também. Foi exatamente por isso que a região do Salto de Sete Quedas foi escolhida para a construção de Itaipu. Mediu-se o local em que o potencial de energia seria mais alto e lá foi feita a usina.</p>
<p class="western" align="justify">As sete quedas desciam rio abaixo consecutivamente, uma atrás da outra. Na base da última é que foi feita a barragem, de modo que toda a água ficasse retida atrás da barragem e tivesse ainda mais força na hora de cair e passar pelas turbinas (de maneira  bem simples, foi isto que fizeram).</p>
<p class="western" align="justify"><a title="Lago Itaipu" href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=pt-BR&amp;msa=0&amp;ll=-25.401104,-54.385071&amp;spn=1.017225,1.867676&amp;t=k&amp;z=9&amp;om=1"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://blog.cybershark.net/aline/wp-content/lagoitaipu.jpg" alt="Lago Itaipu" width="380" height="227" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Lago Itaipu. Fonte: <a href="http://maps.google.com/">Google Maps</a>. Clique no mapa para vizualizar imagem original.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">Na figura acima, está indicado o Lago Itaipu, a área que foi inundada depois da construção da barragem. Antes da barragem, se víssemos uma imagem nesta mesma escala, certamente, o rio Paraná seria apenas uma linha fina azul, semelhante ao que observamos deste rio após passar pela usina. Porém, com a construção da barragem para para usina, houve o alagamento e a formação deste enorme lago, chamado hoje de lago Itaipu.</p>
<p class="western" align="justify">Notem que o rio Iguaçu, indicado na figura, é rodeado por uma área muito mais verde do que o restante. Trata-se de uma pequena parte do <a href="http://www.ibama.gov.br/parna_iguacu/">Parque Nacional do Iguaçu</a>, onde se localizam as famosas Cataratas do Iguaçu.</p>
<p class="western" align="justify">Estes rios estão todos localizados na Bacia Hidrográfica Tietê-Paraná (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Bacia_tiete_parana.png">link para mapa da Bacia</a>), que não corresponde estritamente ao estado do Paraná. A Bacia abrange uma área muito maior, incluindo São Paulo, parte do Paraguai, da Argentina etc. O rio Paraná, como é possível ver na imagem de satélite, corre de norte para sul. O rio Iguaçu corre de leste para oeste e desagua no rio Paraná no local das Cataratas.</p>
<p><a title="Lago Itaipu" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068040175/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2076/2068040175_9516dcfd09.jpg" alt="Lago Itaipu" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Vista do Lago Itaipu. Quase não se vê a outra margem, tamanha imensidão de água.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">O rio Paraná marca a divisa de três países diferentes: Brasil, Paraguai e Argentina. Dessa forma, é de se imaginar que o aproveitamento de recursos energéticos deste rio seja precedido por negociações entre os três países. Assim, foi assinado o Acordo Tripartite em 19 de Outubro de 1979, afirmando a utilização do rio Paraná no trecho desde a região do Salto de Sete Quedas (onde está hoje Itaipu) até a foz do rio Prata (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_hidrel%C3%A9trica_de_Itaipu">Wikipédia</a>). Apesar da Argentina ter participado do Acordo Tripartite, a construção de Itaipu foi uma iniciativa apenas de Brasil e Paraguai.</p>
<ul>
<li><strong>A USINA HOJE</strong></li>
</ul>
<p class="western" align="justify">Atualmente, Itaipu é a segunda maior usina do mundo, tendo sido ultrapassada pela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrel%C3%A9trica_de_Tr%C3%AAs_Gargantas">Hidrelétrica de Três Gargantas</a>, na China, em 2006.</p>
<p class="western" align="justify">A energia gerada em Itaipu é dividida entre Brasil e Paraguai. Em números absolutos, nosso país recebe mais energia, entretanto, esta quantia representa apenas 20% do total consumido em terras brasileiras. Para o Paraguai, a energia de Itaipu corresponde a, aproximadamente, 90% do total. Esta discrepância ocorre, entre outras coisas, por conta da diferença de tamanho dos dois países. Enquanto Brasil tem 8.514.876,599 Km², quinto maior país do mundo, Paraguai tem apenas 406,750 Km².</p>
<p class="western" align="justify"><a title="Mapa Itaipu" href="http://maps.google.com/maps?ie=UTF8&amp;hl=pt-BR&amp;ll=-25.41254,-54.590549&amp;spn=0.015893,0.029182&amp;t=k&amp;z=15&amp;om=1"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://blog.cybershark.net/aline/wp-content/itaipumapa.jpg" alt="Mapa Itaipu" width="380" height="229" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Usina Itaipu. Legenda:</p>
<p class="western" align="justify">1- Barragem</p>
<p class="western" align="justify">2- Sistema de Turbinas</p>
<p class="western" align="justify">3- Comportas (fechadas)</p>
<p class="western" align="justify">4- Rio Paraná seguindo seu curso após passar por Itaipu</p>
<p class="western" align="justify">5- Fronteira Simbólica Paraguai/Brasil (Paraguai &#8211; esquerda; Brasil &#8211; direita)</p>
<p class="western" align="justify">Fonte: <a href="http://maps.google.com/">Google Maps</a>. Clique no mapa para vizualizar imagem original.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">A barragem, de 198 metros de altura e 7700 metros de extensão, é o que retém a água do rio. As 20 turbinas acopladas a barragem são responsáveis por gerar a energia. A água vem descendo seu curso natural e ao passar pelas turbinas faz girar uma espécie de &#8220;catavento&#8221;, gerando energia, que é transmitida por redes elétricas para uso nas cidades. As comportas se mantém normalmente fechadas, mas que em épocas de cheia, são abertas de modo a liberar água e não causar enchentes na região.</p>
<p><a title="Usina Itaipu" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068018013/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2030/2068018013_b44bdab982.jpg" alt="Usina Itaipu" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Vista da barragem, turbinas e do rio Paraná.</p>
</blockquote>
<p><a title="Turbina" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068040171/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2034/2068040171_b613a86556.jpg" alt="Turbina" width="375" height="500" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Turbinas.</p>
</blockquote>
<p><a title="Itaipu" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068067649/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2163/2068067649_ea98125023.jpg" alt="Itaipu" width="375" height="500" /></a></p>
<blockquote><p>Panorâmica da usina.</p></blockquote>
<p><a title="Rio Paraná" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068067653/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2068/2068067653_3eb62f0e6e.jpg" alt="Rio Paraná" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote><p>Rio Paraná após passar pela usina.</p></blockquote>
<p><a title="Comportas fechadas" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068040181/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2194/2068040181_5bcd27273a.jpg" alt="Comportas fechadas" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote><p>Sistema de comportas fechadas no momento da foto.</p></blockquote>
<ul>
<li><strong>SITES RECOMENDADOS</strong></li>
</ul>
<p>- <a href="http://www.psg.com/~walter/guaira.html">Quedas do Guaíra</a> &#8211; uma visão crítica sobre a construção de Itaipu.</p>
<p>- <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Salto_de_Sete_Quedas">Salto Sete Quedas Wikipédia</a></p>
<p>- <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_hidrel%C3%A9trica_de_Itaipu">Usina Hidrelétrica de Itaipu Wikipédia</a></p>
<p>- <a href="http://www.itaipu.gov.br">Itaipu Binacional</a> &#8211; site oficial</p>
<p>- <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrel%C3%A9trica_de_Tr%C3%AAs_Gargantas">Hidrelétrica Três Gargantas</a> &#8211; a maior usina do mundo, na China</p>
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		<title>Ecomoda muita gente</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/306</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 13:39:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ops, pensei alto]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Há tempos que venho refletindo a este respeito e, hoje pela manhã, enquanto lia um trecho do livro &#8220;História Econômica do Brasil&#8221;, de Caio Prado Junior (São Paulo, editora Brasiliense, 1945), consegui esclarecer um pouco mais a tal consciência ecológica. Ao falar sobre a tardia descoberta do ouro no Brasil, Caio Prado diz que &#8220;ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">Há tempos que venho refletindo a este respeito e, hoje pela manhã, enquanto lia um trecho do livro &#8220;História Econômica do Brasil&#8221;, de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caio_Prado_J%C3%BAnior">Caio Prado Junior</a> (São Paulo, editora Brasiliense, 1945), consegui esclarecer um pouco mais a tal consciência ecológica. Ao falar sobre a tardia descoberta do ouro no Brasil, Caio Prado diz que &#8220;ao contrário do que ocorrera no México e no Peru, os indígenas [do Brasil], de um nível cultural muito baixo, não tinham se interessado por eles [os metais preciosos]&#8220;.<span id="more-306"></span></p>
<p class="western" align="justify">Este pensamento ou justificativa não caberia mais nos dias de hoje. Mas estamos falando de um intelectual &#8211; historiador, geógrafo e escritor &#8211; que viveu durante quase todo o século passado (1907 &#8211; 1990) e partilhava de um certo preconceito comum da época.</p>
<p class="western" align="justify">Não à toa, na década de 60, os programas do repórter Amaral Neto, uma espécie de Globo Repórter com a visão do período, mostravam a natureza como algo a ser combatido. No famoso episódio &#8220;A pororoca&#8221; (1963), o repórter sobrevoava de helicóptero o encontro das águas do rio Amazonas com o oceano e dizia, diante de toda aquela turbulência e barulho ensurdecedor, como era violenta a natureza e como o homem tinha de dominar tais fenômenos.</p>
<p class="western" align="justify">Estamos falando das vésperas do golpe militar de 64, de um Brasil em busca de desenvolvimento a qualquer custo, de um momento em que falar em proteção a natureza, em florestas intocáveis, era sinal de atraso.</p>
<p class="western" align="justify">Hoje, o contexto é outro. Está na moda falar em ecologia, proteção ao meio-ambiente, pensamento consciente. Por um lado, é bom saber que algo está sendo feito a este respeito; por outro, é triste ver que empresas se aproveitam cada vez mais deste discurso para vender seus produtos &#8220;politicamente corretos&#8221;.</p>
<p class="western" align="justify">Estava comprando, ontem, um filtro de café no mercado quando vi que a <a href="http://www.melitta.com.br">Melitta</a> me dava duas opções: o filtro tradicional e o filtro eco. Peguei a embalagem para vasculhar o que era o tal eco e a cor do filtro era diferente, mais escura, mais &#8220;natural&#8221;. O pacote nada dizia a não ser que parte do dinheiro daquele produto era revertido ao <a href="http://www.melitta.com.br/ProjetosSociais/ecoar.aspx">Projeto ECOAR</a>. O produto custava uns vinte centavos mais caro do que o tradicional. Achei ridícula a proposta, porque é claramente para vender mais e se aproveitar deste discurso ecológico. Olhe que bonitinho, eu sou um consumidor consciente e vou comprar o filtro eco. Eu não acho que a Melitta não vá redirecionar o dinheiro para o Projeto, não é este o ponto. O fato é que eles colocam um filtro de cor que parece papel reciclado, mas não é, e escrevem &#8220;ECO&#8221; para fazer você acreditar que está sendo generoso com a natureza.</p>
<p class="western" align="justify">No site da empresa, as informações sobre o Filtro de Café Eco se limitam a dizer que é um produto &#8220;para quem se preocupa com a natureza! Filtros de Papel Melitta especialmente desenvolvidos em papel ecológico a partir da celulose natural, do jeito que a natureza criou&#8221;. E onde está a vantagem deste produto, afinal? O que significa papel ecológico? O que é celulose natural, aliás, o que é uma celulose não natural? Fiquei indignada ao ver que o produto se limitava ao discurso, apenas.</p>
<p class="western" align="justify">Vasculhando, encontrei em um blog uma informação mais concreta. Segundo o post, <a href="http://paineldecontrole.wordpress.com/2007/05/27/marcas-consagradas-lancam-versao-eco/">Marcas consagradas lançam versão &#8220;Eco&#8221;</a>, o tal filtro, diferente dos demais, não passa pelo processo de branqueamento do papel, uma das etapas que mais gera poluentes, portanto, ele produz menos resíduos e tem aquela cor amarelada. Isto sim é uma informação importante e me faz querer consumir o filtro de café eco, e não aquela propaganda vazia, sem fundamento algum. Porque a Melitta não explica seu produto na embalagem?</p>
<p class="western" align="justify">Quando casei, pensei em fazer os convites em papel reciclado, mas o custo deste produto era muito superior e me vi obrigada a usar os tradicionais. Neste segundo semestre, a copiadora da universidade já está utilizando o papel reciclado como uma opção. Ele começa a se tornar viável pois a empresa que produz o papel branco é a mesma que produz, agora, o reciclado. Com a produção em larga escala, e não mais nas mãos dos pequenos, o preço do produto caiu. Ele ainda é mais caro, mas a diferença é pequena.</p>
<p class="western" align="justify">Nesta semana comprei também a versão reciclada do Post-it. <a href="http://paineldecontrole.wordpress.com/2007/05/27/marcas-consagradas-lancam-versao-eco/">Naquele mesmo blog</a>, citado acima, descobri que este produto é resultado &#8220;da parceria entre a norte-americana 3M e a brasileira Suzano, fabricante do papel Reciclato. Além de o material ser totalmente reciclado, 25% é de origem pós-uso, ou seja, do papel coletado nas ruas. A Suzano faz parceria com uma cooperativa de catadores de papel que garante a matéria-prima, além de gerar renda para várias famílias e ainda contribuir com a Fundação Ecofuturo. O novo post-it reciclado é de cor bege, e a qualidade é igual à do tradicional, porém o, preço é 5% mais baixo.&#8221;</p>
<p class="western" align="justify">Me incomoda um pouco, ainda, ver que essas ações só começam a ganhar notoriedade no mercado quando passam a ser desenvolvidas pelas grandes empresas. Eu entendo o porquê disto acontecer só por estas vias, mas não me deixa feliz ou tranqüila. Por outro lado, existem ações de ONGs envolvidas e pessoas que, para bem ou para mal, estão pensando no bem da sociedade. Assim espero!</p>
<p class="western" align="justify">De qualquer modo, ser um consumidor consciente não significa sair por aí pagando mais caro em tudo quanto é produto &#8220;eco&#8221;, &#8220;orgânico&#8221;, &#8220;natural&#8221;. Isto não basta. É preciso adotar uma postura crítica e se perguntar &#8220;porque estão querendo que eu compre isso?&#8221;; &#8220;porque este é melhor do que aquele?&#8221; e tentar descobrir o que está por trás das propostas das empresas. Uma coisa é fato: nunca estaremos com a certeza e segurança absoluta de estarmos fazendo a coisa certa, mas ser mais racional na hora de consumir, já ajuda a eliminar as armadilhas do discurso propagandístico.</p>
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		<title>&#8220;Compre dois, doe um&#8221; laptop por criança</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/298</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 17:20:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[É o nova campanha do OLPC, One Laptop Per Child (Um Laptop Por Criança). O projeto reúne desenvolvedores de software, engenheiros, educadores e outros profissionais na área de educação e tecnologia e tem como objetivo criar um laptop muito barato, que possa ser usado por crianças de países em desenvolvimento durante seu processo de aprendizagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">É o nova campanha do <a href="http://www.laptop.org/index.pt_BR.html">OLPC</a>, One Laptop Per Child (Um Laptop Por Criança). O projeto reúne desenvolvedores de software, engenheiros, educadores e outros profissionais na área de educação e tecnologia e tem como objetivo criar um laptop muito barato, que possa ser usado por crianças de países em desenvolvimento durante seu processo de aprendizagem na escola.<span id="more-298"></span></p>
<p class="western" align="justify">Em princípio, o computador só seria vendido para instituições, governamentais ou não, para que fosse distribuído nas escolas desses países. O laptop é feito pensando na facilidade de uso por pessoas que têm pouco contato com tecnologia, que vivem, muitas vezes, em comunidades rurais e com certas restrições, como a de energia ou de transporte, por exemplo.</p>
<p class="western" align="justify">Infelizmente, poucos governos abraçaram a idéia. O Brasil está entre um dos países em negociações e <a href="http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=11805">algumas escolas já estão em fase de teste</a>. <em>&#8220;O Peru, por exemplo, comprará e distribuirá 250 mil laptops no ano que vem, muitos dos quais serão alocados nas zonas rurais. O México e o Uruguai, como ressalta Negroponte </em>[diretor fundador do laboratório de mídia do MIT (Massachusetts Institute of Technology)]<em>, comprometeram-se firmemente. Em um programa de patrocínio, o governo da Itália acertou a compra de 50 mil laptops para distribuição na Etiópia&#8221;</em> (<a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL109202-6174,00.html">Portal de Notícias do Globo</a>).</p>
<p class="western" align="justify">Por conta dessas dificuldades de distribuição, o OLPC lançou a campanha &#8220;Give 1 Get 1&#8243; (Doe 1 Ganhe 1) e abre agora a venda do laptop para pessoas físicas residentes nos Estados Unidos e Canadá. Por $399 (aproximadamente R$750,00), você compra dois laptops, um é entregue a você até o natal e outro é redirecionado para algum país em desenvolvimento. Foi a maneira que encontraram para expandir o projeto, já que poucos governos aderirem à idéia.</p>
<p class="western" align="justify">Eu, que sempre quis ter um, estou adorando a idéia e planejando a minha compra via EUA. Me interesso muito por novas formas de educar que evolvam tecnologia e aposto no sucesso do OLPC. Assim que adquirí-lo, quero testar com meus sobrinhos, ver o que tem de ensino de Geografia, e, quem sabe, junto com meu marido desenvolvedor, criar outros sofwares voltados às nossas necessidades. Estou ansiosa!  :)</p>
<p class="western" align="justify"><a href="http://twiki.dcc.ufba.br/pub/PSL/Noticia20070306210533/olpc-green.png" title="olpc-green.gif"><img src="http://blog.cybershark.net/aline/wp-content/olpc-green.gif" alt="olpc-green.gif" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Laptop do OLPC &#8211; design moderno e colorido. Imagem de: <a href="http://twiki.dcc.ufba.br/bin/view/PSL/Noticia20070306210533">Projeto Software Livre</a>.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">Leia mais em:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.laptop.org/index.pt_BR.html">Site oficial do One Laptop Per Child (em português)</a></li>
<li><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/XO-1_(laptop)">OLPC Wikipedia (inglês)</a></li>
<li><a href="http://noticias.lec.ufrgs.br/">Blog Notícias do LEC</a> &#8211; Laboratório de Estudos Cognitivos &#8211; (escola do Rio Grande do Sul que implementou o OLPC)</li>
<li><a href="http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=11805">Escolas de 5 cidades testam laptop para estudantes &#8211; Notícias Link (03/09/2007)</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL109202-6174,00.html">PC popular terá ação &#8220;compre 2, doe 1&#8243; &#8211; Portal Globo de Notícias (24/09/2007)</a></li>
</ul>
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