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	<title>Das Haus Die Frau &#187; Geografia</title>
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		<title>Gotas</title>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 01:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos hobbies da casa é fazer geocaching, uma espécie de caça ao tesouro de adulto, com GPS (ou mapa). Com esta brincadeira, descobrimos lugares incríveis, lindos e perdidos. Essas fotos fiz em um geocaching, no litoral norte de São Paulo, numa casa abandonada perto da estrada. E achamos o tesouro. Pegamos uma moeda da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um dos hobbies da casa é fazer <a href="http://www.geocaching.com/" target="_self">geocaching</a>, uma espécie de caça ao tesouro de adulto, com GPS (ou mapa). Com esta brincadeira, descobrimos lugares incríveis, lindos e perdidos. Essas fotos fiz em um geocaching, no litoral norte de São Paulo, numa casa abandonada perto da estrada.</p>
<p style="text-align: justify;">E achamos o tesouro. Pegamos uma moeda da África do Sul em troca de um pente de memória!</p>
<p><a title="Gota por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/3300714952/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3585/3300714952_858da36059.jpg" alt="Gota" width="500" height="333" /></a><span id="more-2313"></span></p>
<p><a title="Folhas verdes por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/3299881039/"><img style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3537/3299881039_7b2470d914.jpg" alt="Folhas verdes" width="500" height="333" /></a></p>
<p><a title="Gota por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/3299879727/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3335/3299879727_04ed25e994.jpg" alt="Gota" width="500" height="333" /></a></p>
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		<title>Logo Pierre Monbeig</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 14:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustrações]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você entrar, agora, no site da Geografia, vai ver lá o logo do Encontro que está acontecendo esta semana. Fui convidada, no começo deste ano, para criar tanto o logo, quanto o cartaz do evento Geografia: Tradições e Perspectivas, que está homenageando o geógrafo francês Pierre Monbeig, um dos importantes fundadores do Departamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Se você entrar, agora, no <a href="http://www.geografia.fflch.usp.br/" target="_self">site da Geografia</a>, vai ver lá o logo do Encontro que está acontecendo esta semana. Fui convidada, no começo deste ano, para criar tanto o logo, quanto o cartaz do evento<em> Geografia: Tradições e Perspectivas</em>, que está homenageando o geógrafo francês Pierre Monbeig, um dos importantes fundadores do Departamento de Geografia da USP.</p>
<p style="text-align: justify;">Monbeig, sempre acompanhado de um cachimbo, teve grande importância por seus estudos acerca do Estado de São Paulo. Estes dois aspectos estão representados no logo.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Cachimbo Monbeig por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2605789233/"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3163/2605789233_1f0842ae97.jpg" alt="Cachimbo Monbeig" width="500" height="303" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2003"></span>Na época em que fiz este trabalho, ainda não usava programas vetoriais. Fiz tudo no GIMP. O mapa, criei a partir de uma foto, que tirei de um atlas do século XIX. Depois, tratei a imagem de modo a ficar com a forma do Estado de São Paulo. Não foi preciso ajuste de cor na imagem &#8211; o amarelo &#8220;envelhecido&#8221; é natural. O cachimbo é o clássico do Magritte, escolha feita pela organização do evento. No fim, é como se as inspirações para as grandes idéias de Monbeig saíssem de seu cachimbo.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida, se fosse fazê-lo hoje, faria diferente, dada a carga de coisas novas que tenho aprendido sobre ilustrações e design de modo geral. Mas eu gosto deste trabalho, em particular, porque ele marca uma nova fase. Foi a primeira vez em que fiz algo por encomenda de alguém que não fosse da família, tive de apresentar propostas e passar pelo crivo de outras pessoas. Depois dele, disparei a fazer uma série de outras coisas relacionadas.</p>
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		<title>The red button</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 21:29:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia]]></category>

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		<description><![CDATA[O que fazer diante do botão vermelho brilhante? Nesta sexta-feira e sábado estive em trabalho de campo estudando hidrografia. Uma das atrações foi conhecer as subestações da Sabesp na Cantareira. Numa delas, descemos 60 metros subsolo abaixo para visitar o núcleo de turbinas da estação elevatória. É de lá que a água é jogada Serra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O que fazer diante do botão vermelho brilhante?</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta sexta-feira e sábado estive em trabalho de campo estudando hidrografia. Uma das atrações foi conhecer as subestações da Sabesp na Cantareira. Numa delas, descemos 60 metros subsolo abaixo para visitar o núcleo de turbinas da estação elevatória. É de lá que a água é jogada Serra acima para depois ser tratada e distribuída para a cidade de São Paulo quase inteira. São turbinas gigantes, chaves de fendas maiores do que meu dorso, motores enormes, túneis infinitos por onde passam caminhões de carga. Quase um parque de diversões.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi onde tive de controlar meus impulsos que sussurravam incessantemente a cada painel: <em>&#8220;press the red button&#8221;</em>.</p>
<p><a title="Red button por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/3020629818/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3248/3020629818_6d27d396b5.jpg" alt="Red button" width="500" height="375" /></a></p>
<p><span id="more-1941"></span></p>
<p><a title="Red button por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/3020791130/"><img style="margin-top: 0px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3272/3020791130_64041e2839.jpg" alt="Red button" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a title="Túnel por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/3020748692/"><img style="margin-top: 0px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3073/3020748692_6a18b5e748.jpg" alt="Túnel" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a title="Escada por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/3019968787/"><img style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3204/3019968787_2df4d9e277.jpg" alt="Escada" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a title="Ferramentas gigantes por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/3020777410/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3059/3020777410_49e9597f17.jpg" alt="Ferramentas gigantes" width="375" height="500" /></a></p>
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		<title>Mapas, mapas e mais mapas</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/1635</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 04:32:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Pensa-se que com o Google Maps, os geógrafos perderam sua utilidade. Porém, não só de mapas de ruas e imagens de satélite vive a geografia. Neste semestre, por exemplo, terei de fazer um estudo de uma bacia hidrográfica. Os mapas que irei usar, no entanto, não estão no Google Maps. A bacia está distribuída ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pensa-se que com o Google Maps, os geógrafos perderam sua utilidade. Porém, não só de mapas de ruas e imagens de satélite vive a geografia.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste semestre, por exemplo, terei de fazer um estudo de uma bacia hidrográfica. Os mapas que irei usar, no entanto, não estão no Google Maps. A bacia está distribuída ao longo de quatro cartas topográficas diferentes. No site do IBGE, fiz o download do arquivo em &#8220;pdf&#8221; de cada uma (abaixo, ensino como encontrar cartas e mapas no site do IBGE &#8211; é bem legal e tem muita coisa disponível).</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro problema: o Photoshop, aparentemente, não abre pdf (ou o micro no trabalho estava ruim ou eu não soube fazer). Em casa, abri os arquivos no Gimp (que abre pdf) e passei para o formato &#8220;jpg&#8221;. As cartas, porém, não se encaixavam: umas maiores, algumas tortas, outras pequenas demais. O Gimp, ainda que talvez fosse possível usar, estava dando um trabalho danado para editar. Ele é  péssimo, por exemplo, para arrastar imagens, girar, esticar etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Abri os arquivos &#8220;jpg&#8221; no Photoshop e, após algumas horas, tenho um único arquivo com todas os mapas devidamente costurados. Ufa! Já delimitei a área de que preciso e mandei imprimir na gráfica.<br />
<a title="Cartas Topográficas por ali ckel, no Flickr" href="http://farm4.static.flickr.com/3136/2861151733_b06930f040_b.jpg" target="_self"><img class="aligncenter" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3136/2861151733_b06930f040.jpg" alt="Cartas Topográficas" width="500" height="319" /></a></p>
<p><span id="more-1635"></span><strong>Download de mapas no IBGE:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em geografia, o que mais se usa é a carta topográfica 1:50 000, por isso, o passo a passo a seguir vai levar a estas. Porém, se sua necessidade é outra, creio que rapidamente conseguirá buscar o que precisa.</p>
<ol>
<li>entre em <a href="http://www.ibge.gov.br/" target="_blank">www.<span class="nfakPe">ibge</span>.gov.br;</a></li>
<li>clique em  <a href="http://www.ibge.gov.br/home/mapa_site/mapa_site.php#geociencias" target="_blank">Geociência</a> no topo da página;</li>
<li>desça na página até chegar no tópico <span style="text-decoration: underline;">Download</span>, onde haverá duas possibilidades de links: &#8220;Estatísticas&#8221; e &#8220;Geociência&#8221;. Clique em &#8220;Geociências&#8221;;</li>
<li>Abrirá uma página em pop-up com várias pastinhas. Clique na pasta &#8220;mapas&#8221;;</li>
<li>Depois, na pasta &#8220;topográficos&#8221;;</li>
<li>Agora, clique na pasta &#8220;topo50&#8243; (cartas topográficas na escala 1:50.000 );</li>
<li>Por fim, entre na pasta &#8220;pdf&#8221;;</li>
<li>Abrirá uma lista com uma série de nomes de mapas de diferentes. Localize o mapa desejado e copie o arquivo para sua máquina.</li>
</ol>
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		<title>Geocaching I &#8211; tentativa frustrada</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/1130</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 01:19:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia]]></category>

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		<description><![CDATA[E lá fomos nós, com o Blair, desbravar novos caminhos em busca do tesouro. Geocaching funciona assim: alguém esconde um tesouro. Pode ser uma caixa ou um tupperware com um livro de assinaturas junto a alguma lembrança. Então, anuncia na Internet onde está escondido, com a coordenada geográfica ou UTM da localização exata do cache. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">E lá fomos nós, com o <em>Blair</em>, desbravar novos caminhos em busca do tesouro.</p>
<p style="text-align: justify;">Geocaching funciona assim: alguém esconde um tesouro. Pode ser uma caixa ou um tupperware com um livro de assinaturas junto a alguma lembrança. Então, anuncia na Internet onde está escondido, com a coordenada geográfica ou UTM da localização exata do cache. Quem se interessa por aquela busca, vai com um GPS caçar o tesouro. Ao achar, assina o livro, pega o presente da caixa, deixa outro novo no lugar e fecha o tesouro novamente para o próximo que quiser buscá-lo. Clássica brincadeira de criança feita por adultos. Foi difícil explicar à minha mãe porque fazíamos um caça ao tesouro num sábado cinza, como ontem.</p>
<p style="text-align: justify;">Escolhemos um <a href="http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=ba544bcc-289e-40f9-a826-01336f106d04" target="_self">cache no Núcleo do Engordador</a>, do Parque Estadual da Cantareira. Conhecíamos parte desta serra, pois minha irmã morara na região. Mas não fazíamos a menor idéia de onde era o tal núcleo.<span id="more-1130"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3081/2746960955_2c7e76407d.jpg" alt="Núcleo do Engordador" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: justify;">Munidos de <em>Blair</em>, nosso GPS, adentramos nas estradas de terra. O tempo em São Paulo estava nublado, o que dificultava a captação de sinal dos três satélites necessários para dar a localização (GPS trabalha por triangulação de satélites, é bem legal). Resultado: nos perdemos. Fomos parar na rodovia Fernão Dias, culminando numa grande volta, que nos levou para o mesmo lugar de onde partíramos momentos antes. Batizamos o pequeno aparelho de <em>Blair</em>. Porém, ele mostrou-se cada vez mais eficaz. Ou nós que, aos poucos, aprendíamos a usá-lo?</p>
<p style="text-align: justify;">Saímos da rota algumas vezes, mas ele imediatamente redesenhava outro percurso e seguíamos. Alguns blefes foram inevitáveis. Em um deles, <em>Blair</em> nos orientou a entrar à direita. De fato, havia um princípio de estrada, porém, fechada por um enorme portão de ferro. Era uma fazenda. No way! Alteramos a rota mais uma vez, ele acertou o percurso até que, finalmente, chegamos na entrada do Parque.</p>
<p style="text-align: justify;">Iuhuuuuuu, agora faltava pouco para chegarmos no tesouro. Pouco, porém, impossível: <strong>Parque fechado em dias de chuva</strong>, dizia uma das placas. Droga! Ele estava logo alí, há poucos metros de nós. Amuados como dois cães famintos, ficamos olhando portão a dentro, na tentativa de enxergar qualquer sinal do nosso tesouro. Nada!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3282/2746960971_ca6d55a58a.jpg" alt="Núcleo do Engordador" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: justify;">O passeio, entretanto, foi divertidíssimo. As estradas na Cantareira são deliciosas e os morros estavam lindos, encobertos por pequenos feixes de nuvens brancas. Na entrada do Parque, fomos bem recebidos não apenas pelo guarda-florestal, como também pelo pequeno tucano preto, de pescoço vermelho e bico branco.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim que abrir o tempo, voltaremos a caçar este cache.</p>
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		<title>Novidade: blog de geografia!</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/426</link>
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		<pubDate>Tue, 06 May 2008 12:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post é apenas um aviso para os leitores de Das Haus Die Frau: a partir de agora, escreverei também em bloGEO, um blog com artigos sobre espaço, conflitos, mapas, montanhas, descobertas, curiosidades e tudo o mais o que estiver relacionado a geografia :-) Últimos artigos publicados em bloGEO: Um mapa da globalização Vulcão Chaitén [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">Este post é apenas um aviso para os leitores de <a href="http://blog.cybershark.net/aline/">Das Haus Die Frau</a>: a partir de agora, escreverei também em <a href="http://blog.cybershark.net/geo/">bloGEO</a>, um blog com artigos sobre espaço, conflitos, mapas, montanhas, descobertas, curiosidades e tudo o mais o que estiver relacionado a geografia :-)</p>
<p class="western" align="justify"><strong>Últimos artigos publicados em <a href="http://blog.cybershark.net/geo/">bloGEO</a>:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/geo/33">Um mapa da globalização</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/geo/36">Vulcão Chaitén entra em erupção no Chile</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/geo/42">SP tem manhã mais fria do ano e no Sul é formado ciclone extra-tropical</a></li>
<li><a href="http://blog.cybershark.net/geo/44">Formação de ciclone extra-tropical</a></li>
</ul>
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		<title>Urbanização e verticalização em São Paulo</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/415</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 16:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geografia]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é nenhuma novidade o intenso processo de urbanização que a maior cidade da América do Sul tem sofrido nas últimas décadas. São Paulo passou de cidade comercial para metrópole industrial. Hoje já não se trata mais de um pólo industrial, mas sim de uma metrópole informacional (Santos apud Arroyo, 2004, p. 86). Não à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">Não é nenhuma novidade o intenso processo de urbanização que a maior cidade da América do Sul tem sofrido nas últimas décadas. São Paulo passou de cidade comercial para metrópole industrial. Hoje já não se trata mais de um pólo industrial, mas sim de uma metrópole informacional (Santos apud Arroyo, 2004, p. 86). Não à toa, é reconhecida como metrópole global. Significa que sua importância não se restringe mais apenas ao território nacional, mas seu potencial de comando está voltado agora para o mundo. É como se São Paulo fosse a porta de entrada para o país.</p>
<p class="western" align="justify">Neste contexto, não é de se estranhar que esta metrópole continue a crescer em ritmos desenfreados. A cada dia, novos condomínios vão sendo construídos, prédios levantados, o trânsito se torna mais caótico e inviável.<span id="more-415"></span></p>
<p class="western" align="justify">A vista de arranha-céus da minha janela é só mais uma nesta cidade:</p>
<p><a title="São Paulo por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2069066838/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2242/2069066838_07cba415a8.jpg" alt="São Paulo" width="375" height="500" /></a></p>
<blockquote><p>São Paulo, SP. Vista para Av. Paulista. Novembro, 2007.</p></blockquote>
<p class="western" align="justify">Fica até difícil imaginar a forma do relevo, com tantos prédios de diferentes tamanhos encobrindo o geomorfologia da cidade.</p>
<p class="western" align="justify">A imagem de satélite da região metropolitana de São Paulo chega a ser assustadora. A mancha cinza é extensa e muito homogênea. Parece não haver espaço para mais nada. E na realidade, é quase isso que acontece.</p>
<p><a href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=S%C3%A3o+Paulo,+Brazil&amp;ie=UTF8&amp;ll=-23.548881,-47.090149&amp;spn=1.611378,3.47168&amp;t=k&amp;z=9"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://blog.cybershark.net/aline/wp-content/rmsp.jpg" alt="" width="375" height="358" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Região Metropolitana de São Paulo. Fonte: Google Maps.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">Em frente à minha casa, em meio a um prédio residencial mais antigo e a um prédio comercial, havia um sobrado ao lado de um estacionamento particular. Num certo dia, já nos fins de 2007, o estacionamento foi desativado. Na mesma semana, começaram a demolir o sobrado. Em poucos dias a área estava vazia. Restavam apenas algumas árvores. Cinco, quatro, três, dois, um&#8230; estava óbvio, iriam construir um novo prédio.</p>
<p><a title="Demolição por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2446058286/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2313/2446058286_fb9ea292bd.jpg" alt="Demolição" width="375" height="500" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">São Paulo, SP. Área de demolição que dará espaço a um novo condomínio residencial. Setembro, 2007.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">Na última sexta-feira (Abril de 2008), colocaram, finalmente, a placa: <strong>&#8220;Em breve, lançamento. Maiores informações aqui&#8221;</strong>. Durante todo o fim de semana, uma equipe de pessoas ficou ali plantada, sob um toldo branco, esperando os interessados. Mal posso esperar pelos novos vizinhos, pelo condomínio de um só prédio, no mais criativo estilo arquitetônico <em>neo-clássico</em>, com nome metido à besta, quiçá em francês, com uma enorme varanda e o &#8220;sarcófaco&#8221; 1&#215;1 da empregada.</p>
<p class="western" align="justify">&#8220;No caso em questão há uma aliança de interesses entre o mercado imobiliário e o setor produtivo na construção do &#8216;novo espaço&#8217;. De um lado o setor imobiliário, para continuar se reproduzindo, necessita sempre de novas estratégias capazes de permitir sua reprodução, de outro o setor produtivo vê-se diante de novas necessidades quanto ao espaço construído, mas ambos necessitam de uma infra-estrutura moderna. A tendência de escassez do solo urbano entorno dos centros econômicos-financeiros da metrópole gera a necessidade de novas estratégias capazes de permitir a reprodução do capital, assegurada através da possibilidade para se contornar o problema do espaço urbano enquanto mercadoria tornada rara, em decorrência da intensificação do processo de urbanização e de mudanças no processo produtivo. A interferência do Estado mudando a legislação, permitindo transformações na lei de zoneamento, dirigindo o processo de desapropriação do solo urbano, criando mecanismos que permitam o remembramento de terrenos urbanos, aumentando o coeficiente edificável (o que permite a verticalização) vão criar mudanças significativas na metrópole.&#8221; (<a href="http://www.ub.es/geocrit/sn-88.htm">Carlos, 2001</a>).</p>
<p class="western" align="justify">É assim que a cidade se constrói e se reconstrói. A necessidade de reprodução do espaço numa cidade saturada, como é São Paulo, assim como a busca pela expansão econômica, torna essencial a multiplicação de espaços: um sobrado para uma família dá lugar a um prédio inteiro, de 20 andares, para 80 famílias. Não se trata apenas de reprodução espacial, mas acima de tudo, de reprodução do capital. Basta imaginar quanto custou o terreno e quanto custará cada metro quadrado destes novos apartamentos.</p>
<p class="western" align="justify">
<ul>
<li><strong>Bibliografia:</strong></li>
</ul>
<p><strong>- Carlos, Ana Fani Alessandri</strong>. <em>São Paulo Hoje: As Contradições no Processo de Reprodução do Espaço</em>. In: Revista Scripta Nova, Revista Electrónica de Geografía y Ciencias Sociales. Universidade de Barcelona. Nº 88, 1 de Maio de 2001. Disponível em: <a href="http://www.ub.es/geocrit/sn-88.htm">http://www.ub.es/geocrit/sn-88.htm</a></p>
<p><strong>- Arroyo, María Mónica</strong>. São Paulo e os fluxos internacionais de mercadorias: a espessura de uma região metropolitana. In: Ana Fani Alessandri Carlos; Ariovaldo Umbelino de Oliveira (Org.). Geografias de São Paulo: a metrópole do século XXI. 1 ed. São Paulo : Contexto, 2004, v. 2, p. 85-104.</p>
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		<item>
		<title>Usina Hidrelétrica de Itaipu</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/321</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 02:22:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Era década de 1960, Brasil nas mãos dos militares, audaciosos projetos de modernização. Lá estava ela, projetada para o iluminar o futuro do país. 1973, primeira crise do petróleo. O preço do barril se eleva mais de 300% e o mundo começa a pensar mais sério em outras fontes possíveis de energia. Dentro deste contexto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">Era década de 1960, Brasil nas mãos dos militares, audaciosos projetos de modernização. Lá estava ela, projetada para o iluminar o futuro do país.</p>
<p class="western" align="justify">1973, primeira crise do petróleo. O preço do barril se eleva mais de 300% e o mundo começa a pensar mais sério em outras fontes possíveis de energia.</p>
<p class="western" align="justify">Dentro deste contexto, e pelo fato de o Brasil possuir um território rico em grandes e importantes rios, foi iniciada a obra da que seria a maior usina hidrelétrica do mundo: Itaipu.<span id="more-321"></span></p>
<ul>
<li><strong>PANORAMA DA BACIA HIDROGRÁFICA TIETÊ-PARANÁ</strong></li>
</ul>
<p class="western" align="justify">O lugar escolhido para a construção desta gigante máquina de energia foi a antiga região do Salto de Sete Quedas, na divisa entre Brasil e Paraguai. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Salto_de_Sete_Quedas">Salto de Sete Quedas</a> era o nome dado a um conjunto de quedas d&#8217;águas do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Paran%C3%A1">rio Paraná</a>.</p>
<p class="western" align="justify">O rio Paraná é um importante sistema fluvial do país, sendo o nono maior do mundo. Nasce entre os estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul e corre no sentido sul, passando pelo estado do Paraná e desaguando na foz do Iguaçu.</p>
<p class="western" align="justify">Por ser um rio tão importante, imagina-se que sua capacidade ou fluxo de água seja grande também. Foi exatamente por isso que a região do Salto de Sete Quedas foi escolhida para a construção de Itaipu. Mediu-se o local em que o potencial de energia seria mais alto e lá foi feita a usina.</p>
<p class="western" align="justify">As sete quedas desciam rio abaixo consecutivamente, uma atrás da outra. Na base da última é que foi feita a barragem, de modo que toda a água ficasse retida atrás da barragem e tivesse ainda mais força na hora de cair e passar pelas turbinas (de maneira  bem simples, foi isto que fizeram).</p>
<p class="western" align="justify"><a title="Lago Itaipu" href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=pt-BR&amp;msa=0&amp;ll=-25.401104,-54.385071&amp;spn=1.017225,1.867676&amp;t=k&amp;z=9&amp;om=1"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://blog.cybershark.net/aline/wp-content/lagoitaipu.jpg" alt="Lago Itaipu" width="380" height="227" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Lago Itaipu. Fonte: <a href="http://maps.google.com/">Google Maps</a>. Clique no mapa para vizualizar imagem original.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">Na figura acima, está indicado o Lago Itaipu, a área que foi inundada depois da construção da barragem. Antes da barragem, se víssemos uma imagem nesta mesma escala, certamente, o rio Paraná seria apenas uma linha fina azul, semelhante ao que observamos deste rio após passar pela usina. Porém, com a construção da barragem para para usina, houve o alagamento e a formação deste enorme lago, chamado hoje de lago Itaipu.</p>
<p class="western" align="justify">Notem que o rio Iguaçu, indicado na figura, é rodeado por uma área muito mais verde do que o restante. Trata-se de uma pequena parte do <a href="http://www.ibama.gov.br/parna_iguacu/">Parque Nacional do Iguaçu</a>, onde se localizam as famosas Cataratas do Iguaçu.</p>
<p class="western" align="justify">Estes rios estão todos localizados na Bacia Hidrográfica Tietê-Paraná (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Bacia_tiete_parana.png">link para mapa da Bacia</a>), que não corresponde estritamente ao estado do Paraná. A Bacia abrange uma área muito maior, incluindo São Paulo, parte do Paraguai, da Argentina etc. O rio Paraná, como é possível ver na imagem de satélite, corre de norte para sul. O rio Iguaçu corre de leste para oeste e desagua no rio Paraná no local das Cataratas.</p>
<p><a title="Lago Itaipu" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068040175/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2076/2068040175_9516dcfd09.jpg" alt="Lago Itaipu" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Vista do Lago Itaipu. Quase não se vê a outra margem, tamanha imensidão de água.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">O rio Paraná marca a divisa de três países diferentes: Brasil, Paraguai e Argentina. Dessa forma, é de se imaginar que o aproveitamento de recursos energéticos deste rio seja precedido por negociações entre os três países. Assim, foi assinado o Acordo Tripartite em 19 de Outubro de 1979, afirmando a utilização do rio Paraná no trecho desde a região do Salto de Sete Quedas (onde está hoje Itaipu) até a foz do rio Prata (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_hidrel%C3%A9trica_de_Itaipu">Wikipédia</a>). Apesar da Argentina ter participado do Acordo Tripartite, a construção de Itaipu foi uma iniciativa apenas de Brasil e Paraguai.</p>
<ul>
<li><strong>A USINA HOJE</strong></li>
</ul>
<p class="western" align="justify">Atualmente, Itaipu é a segunda maior usina do mundo, tendo sido ultrapassada pela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrel%C3%A9trica_de_Tr%C3%AAs_Gargantas">Hidrelétrica de Três Gargantas</a>, na China, em 2006.</p>
<p class="western" align="justify">A energia gerada em Itaipu é dividida entre Brasil e Paraguai. Em números absolutos, nosso país recebe mais energia, entretanto, esta quantia representa apenas 20% do total consumido em terras brasileiras. Para o Paraguai, a energia de Itaipu corresponde a, aproximadamente, 90% do total. Esta discrepância ocorre, entre outras coisas, por conta da diferença de tamanho dos dois países. Enquanto Brasil tem 8.514.876,599 Km², quinto maior país do mundo, Paraguai tem apenas 406,750 Km².</p>
<p class="western" align="justify"><a title="Mapa Itaipu" href="http://maps.google.com/maps?ie=UTF8&amp;hl=pt-BR&amp;ll=-25.41254,-54.590549&amp;spn=0.015893,0.029182&amp;t=k&amp;z=15&amp;om=1"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://blog.cybershark.net/aline/wp-content/itaipumapa.jpg" alt="Mapa Itaipu" width="380" height="229" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Usina Itaipu. Legenda:</p>
<p class="western" align="justify">1- Barragem</p>
<p class="western" align="justify">2- Sistema de Turbinas</p>
<p class="western" align="justify">3- Comportas (fechadas)</p>
<p class="western" align="justify">4- Rio Paraná seguindo seu curso após passar por Itaipu</p>
<p class="western" align="justify">5- Fronteira Simbólica Paraguai/Brasil (Paraguai &#8211; esquerda; Brasil &#8211; direita)</p>
<p class="western" align="justify">Fonte: <a href="http://maps.google.com/">Google Maps</a>. Clique no mapa para vizualizar imagem original.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">A barragem, de 198 metros de altura e 7700 metros de extensão, é o que retém a água do rio. As 20 turbinas acopladas a barragem são responsáveis por gerar a energia. A água vem descendo seu curso natural e ao passar pelas turbinas faz girar uma espécie de &#8220;catavento&#8221;, gerando energia, que é transmitida por redes elétricas para uso nas cidades. As comportas se mantém normalmente fechadas, mas que em épocas de cheia, são abertas de modo a liberar água e não causar enchentes na região.</p>
<p><a title="Usina Itaipu" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068018013/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2030/2068018013_b44bdab982.jpg" alt="Usina Itaipu" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Vista da barragem, turbinas e do rio Paraná.</p>
</blockquote>
<p><a title="Turbina" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068040171/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2034/2068040171_b613a86556.jpg" alt="Turbina" width="375" height="500" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Turbinas.</p>
</blockquote>
<p><a title="Itaipu" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068067649/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2163/2068067649_ea98125023.jpg" alt="Itaipu" width="375" height="500" /></a></p>
<blockquote><p>Panorâmica da usina.</p></blockquote>
<p><a title="Rio Paraná" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068067653/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2068/2068067653_3eb62f0e6e.jpg" alt="Rio Paraná" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote><p>Rio Paraná após passar pela usina.</p></blockquote>
<p><a title="Comportas fechadas" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068040181/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2194/2068040181_5bcd27273a.jpg" alt="Comportas fechadas" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote><p>Sistema de comportas fechadas no momento da foto.</p></blockquote>
<ul>
<li><strong>SITES RECOMENDADOS</strong></li>
</ul>
<p>- <a href="http://www.psg.com/~walter/guaira.html">Quedas do Guaíra</a> &#8211; uma visão crítica sobre a construção de Itaipu.</p>
<p>- <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Salto_de_Sete_Quedas">Salto Sete Quedas Wikipédia</a></p>
<p>- <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_hidrel%C3%A9trica_de_Itaipu">Usina Hidrelétrica de Itaipu Wikipédia</a></p>
<p>- <a href="http://www.itaipu.gov.br">Itaipu Binacional</a> &#8211; site oficial</p>
<p>- <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrel%C3%A9trica_de_Tr%C3%AAs_Gargantas">Hidrelétrica Três Gargantas</a> &#8211; a maior usina do mundo, na China</p>
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		<title>Filme: Encontro com Milton Santos &#8211; O Mundo Global Visto do Lado de Cá</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/283</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Sep 2007 20:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geografia]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post tomou rumos que não eram exatamente os pretendidos. A idéia era falar um pouco apenas sobre o filme, entretanto, acabei por fazer uma discussão sobre o que é a Geografia. Primeiro pensei se deveria deixar tudo o que escrevi de lado e começar novamente, mas depois achei que essa publicação poderia ser interessante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p class="western" align="justify">Este post tomou rumos que não eram exatamente os pretendidos. A idéia era falar um pouco apenas sobre o filme, entretanto, acabei por fazer uma discussão sobre o que é a Geografia. Primeiro pensei se deveria deixar tudo o que escrevi de lado e começar novamente, mas depois achei que essa publicação poderia ser interessante da forma como está.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">Antes de mais nada, devo esclarecer que sou estudante de Geografia ainda de fralda &#8211; iniciei o curso em 2005 -, e acabei por cair nas mãos deste grande pensador bahiano. Foi mais um acaso do que uma escolha, propriamente dita.</p>
<p class="western" align="justify">No momento em que procurava definir a minha carreira, no período de vestibular, acabei por optar pela Geografia por conta da sua vasta atuação em diversas áreas. Idéia esta que foi se moldando ao longo desses três anos e hoje já tenho um posicionamento diferente sobre o tal &#8220;leque geográfico&#8221;.<span id="more-283"></span></p>
<p class="western" align="justify">Quando iniciei a graduação na Universidade Estadual de Campinas &#8211; Unicamp, fui exposta a intrigantes discussões na disciplina <em>Organização do Espaço</em>, na época lecionada pela Profa. Dra. Adriana Bernardes. Entender a formação das cidades, a dinâmica global contemporânea, a discussão filosófica sobre a natureza e tantos outros assuntos foram me levando a entender, pouco a pouco, o verdadeiro sentido do que é a Geografia. Atualmente, estudante na Universidade de São Paulo &#8211; USP, acabo por me identificar cada vez mais com as idéias e teorias de Milton Santos e de seus seguidores. Não se trata de um dogma ou religião. Não significa, tampouco, que abro mão da possibilidade de conhecer outras teorias e autores. Mas trata-se, sobretudo, de uma identificação do saber Geográfico em sua essência nesta linha de pensamento, do reconhecimento de um objeto de estudo que de fato existe e é absolutamente importante para o desenvolvimento da sociedade.</p>
<p class="western" align="justify">Foi absolutamente difícil iniciar este post, pois há tempos venho ensaiando organizar idéias e falar sobre o que de fato é a Geografia. Esta semana fui duas vezes ao cinema ver o filme <a href="http://divirta-se.correioweb.com.br/materias.htm?codigo=2203">Encontro com Milton Santos &#8211; O Mundo Global Visto do Lado de Cá</a> e este documentário, de Silvio Tendler, me trouxe a necessidade de organizar e escrever sobre este emaranhado de idéias que pipocavam na minha cabeça nos últimos 12 meses.</p>
<p class="western" align="justify">Sobre o documentário, <span class="chamada"><span class="credito">Rafael Neddermeyer escreve no </span></span><em><a href="http://divirta-se.correioweb.com.br/materias.htm?codigo=2203">Correio Brasiliense</a></em><span class="chamada"><span class="credito">: </span></span></p>
<p class="western" align="justify"><em>Com uma hora e meia de duração e o (pequeno) orçamento de R$ 800 mil, </em><em>Encontro com Milton Santos nasceu do acaso. Mais precisamente no meio de um outro trabalho – um documentário sobre o geógrafo Josué de Castro, em 1995. &#8220;Era um projeto produzido pela família do Josué, no qual eu tinha que entrevistar várias pessoas. Entre elas, estava o professor Milton Santos, um dos nomes mais importantes da geografia naquele momento”, explica o diretor, que viajou até Paris para o primeiro encontro. “Ele foi de uma clareza, de uma lucidez assustadora sobre vários assuntos. Fiquei tão fascinado que combinei de fazermos algo juntos no futuro”, conta.</em></p>
<p class="western" align="justify"><em>Atarefados com vários projetos, os dois acabariam adiando o novo encontro. Mas um imprevisto acelerou o processo. “Em 2000, fiquei sabendo que ele estava doente e de repente vi o cavalo encilhado passar na minha frente. Percebi que a chance era aquela, até porque ele era o intelectual que se destacava sobre o tema da globalização”, recorda Tendler, que marcou um novo contato cara a cara para janeiro do ano seguinte, na Universidade de São Paulo (USP). “Foi a última entrevista – ele morreria três meses depois – e a mais difícil da minha vida porque era um depoimento fantástico. O Milton sempre foi bastante formal, mas dessa vez ele apareceu completamente descontraído. Esqueceu a doença por algumas horas”, revela.</em></p>
<p class="western" align="justify">No meu ponto de vista, o filme de Tendler tem importância fundamental no sentido de trazer ao público a importância do saber Geográfico. Esta disciplina sofre da falta de identidade. Ninguém sabe ao certo o que o geógrafo faz. Geógrafo é sempre e unicamente professor. Não que isto seja negativo, parte da minha escolha pela Geografia surgiu da vontade de ensinar. Mas o fato é que poucos conhecem a outra faceta, a do geógrafo pesquisador, porque pouco se sabe sobre o objeto de estudo desta disciplina.</p>
<p class="western" align="justify">Nas escolas brasileiras, a geografia é uma disciplina que se divide em estudos sobre a Geografia Física &#8211; conhecimento de relevo, clima, biodiversidade etc. dos lugares &#8211; e sobre a Geografia Humana ou Geopolítica &#8211; que se baseia no entendimento dos conflitos mundiais, a questão das guerras, a nova ordem mundial e por aí vai. Tudo isso não deixa de ser Geografia, mas a forma tal qual é apresentada não traz a visão completa do que é um estudo geográfico. Trata-se de uma disciplina &#8220;decoreba&#8221; ou uma aula sobre meros &#8220;quadros políticos mundiais&#8221;. Este é um fator, aliás, que acaba por distanciar os alunos da disciplina geográfica, pois passa a impressão de que basta ler os jornais diariamente para se tornar um geógrafo de excelência.</p>
<p class="western" align="justify">O documentário não é uma explicação sobre a história do pensamento ou sobre a teoria e método da geografia. Longe disso, o filme aborda uma das mais importantes visões de Milton Santos: o entendimento da dinâmica (complexa) da sociedade no período atual, que o autor chamou de &#8220;período técnico científico e informacional&#8221;, buscando interpretar as características dessa nossa era, era da informação. Trata-se do período em que o uso da técnica (objeto palpável, como computadores, câmeras de vídeo e de fotografia, aparelhos de telefonia celular etc), o crescimento da ciência, sua busca por desenvolver essas técnicas e a circulação em larga escala e em grande velocidade da informação (objeto não paupável) fazem da sociedade o que ela é. Um dos fenômenos resultantes desses período é a tal globalização, o foco principal do filme.</p>
<p class="western" align="justify">O elemento geográfico neste assunto todo entra quando introduzimos na discussão o elemento <strong>espaço</strong> (o lugar). Isso é o que difere a Geografia de outras disciplinas. A sociologia, por exemplo, tem também a função de estudar a sociedade, entretanto, a geografia coloca a discussão da sociedade inserida no espaço. O homem vive em algum lugar e a Geografia busca estudar a sociedade (o homem) e sua relação com o espaço (o lugar).</p>
<p class="western" align="justify">Um estudo geográfico, deve, portanto, estar sempre inserido em um lugar. Se não for possível apontar em um mapa, não é geografia. Daí a importante do conhecimento cartográfico na disciplina. Entretanto, isto não basta, a geografia deve considerar também a distribuição, distância e densidade. Esses elementos devem ser buscados a fim de proporcionar um entendimento do território produzido pela sociedade. Por exemplo, para estudar a produção de cana de açúcar no Estado de São Paulo, é preciso saber onde se localiza a plantação, quão distante está do mercado consumidor, como é feita a distribuição do produto (rodovia, ferrovia etc) e qual a densidade dessa produção. Resumindo, um estudo geográfico deve conter:</p>
<ul>
<li>localização</li>
<li>distância</li>
<li>distribuição</li>
<li>densidade</li>
</ul>
<p class="western" align="justify">Esses elementos são fundamentais e a partir deles é possível extrapolar para uma explicação de como se dá a produção do espaço. Em outras palavras, como os lugares são criados pelas sociedades. Determinadas cidades no interior de São Paulo nasceram da usina canavieira que alí se estabeleceu e a organização dessas cidades se dá pela existência da usina &#8211; desde a população que alí vive até o tipo das casas, como as ruas estão  dispostas na cidade, a economia e tantos outros fatores.</p>
<p class="western" align="justify">Voltando ao filme, acho importante o fato de que as pessoas fora da academia, do meio universitário, têm, finalmente, a oportunidade de conhecer melhor um geógrafo de excelência e entender um pouco da sua teoria. Sem contar o destaque na mídia do para que serve o conhecimento desta disciplina.</p>
<p class="western" align="justify">O estudo da globalização traz à tona questões fundamentais sobre a discussão das fronteiras abertas para o mercado e fechadas para a pessoas &#8211; xenofobia -, a supremacia das grandes empresas e a influência direta dessas grandes corporações na construção do espaço, espaço este que é desfrutado pelo povo, que tem pouco poder para optar pelo destino deste espaço e lugar. Os levantes culturais e a busca pela justiça social, a reforma agrária no Brasil, a questão da água enquanto bem público pertencente ao lugar e, portanto, ao homem e tantos outros assuntos&#8230;</p>
<p class="western" align="justify">É um filme denso, que nos coloca a refletir por horas e horas sobre uma série de assuntos. É, além de tudo, didático, visual e impactante, absolutamente recomendável a professores de maneira geral e a estudantes de ensino fundamental, médio e vestibulandos. Sem dúvida, um filme que estará nas minhas prateleiras para utilizar em discussões nas minhas futuras aulas.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="380" height="313" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/IzTjR_X47pc" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="380" height="313" src="http://www.youtube.com/v/IzTjR_X47pc" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p class="western" align="justify"><em>&#8220;Estamos convencidos de que a mudança histórica em  perspectiva provirá de um movimento de baixo para cima, tendo como atores principais os  países subdesenvolvidos e não os países ricos; os deserdados e  os pobres e não os opulentos e outras classes obesas; o indivíduo liberado partícipe das novas massas e não o homem acorrentado; o pensamento livre e não o discurso único. Os pobres não se entregam e descobrem  a cada dia formas inéditas de trabalho e de luta; a  semente do entendimento já está plantada e o passo seguinte é o seu florescimento em atitudes de inconformidade e, talvez, rebeldia.&#8221;</em> (Milton Santos em <em>Por Uma Outra Globaliza</em>ção &#8211; Do Pensamento Único à Consciência Universal)</p>
<p class="western" align="justify"><strong>Fiz um breve apanhado de artigos e sites sobre Milton Santos para quem quiser explorar mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://br.geocities.com/madsonpardo/ms/entrevistas/mse09.htm">Um Encontro &#8211; Gilberto Gil e Milton Santos</a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Milton_Santos">Milton Santos &#8211; wikipédia</a></li>
<li><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u21561.shtml">Milton Santos foi um dos intelectuais mais importantes do país &#8211; Folha (26/06/2001)</a></li>
<li><a href="http://br.geocities.com/madsonpardo/ms/sobre/mss05.htm">Por ouvir dizer e por querer saber: conversando com Milton Santos &#8211; Maria Adélia</a></li>
<li><a href="http://br.geocities.com/madsonpardo/ms/sobre/mss03.htm">Milton Santos, cidadão do mundo &#8211; Odette Seabra</a></li>
<li><a href="http://br.geocities.com/madsonpardo/ms/sobre/mss06.htm">A contribuição de Milton Santos para a Geografia &#8211; Francisco Scarlato</a></li>
<li><a href="http://br.geocities.com/madsonpardo/ms/sobre/mss09.htm">Resenha de Por uma Outra Globalização &#8211; José Luís Fiori</a></li>
<li><a href="http://br.geocities.com/madsonpardo/ms/folha/msf05.htm">Guerra dos Lugares &#8211; Milton Santos</a></li>
</ul>
<p>Este post teve como fontes os artigos citados acima e o livro &#8220;Por uma Geografia Nova&#8221;, de Milton Santos, editora Edusp, São Paulo, 2004.</p>
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		<title>Comissão aprova plebiscito sobre divisão do Maranhão</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 16:29:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geografia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Se depender do senador José Sarney (PMDB-AP) e de seus aliados, o Brasil terá mais um Estado: o Maranhão do Sul, cuja capital será a cidade de Imperatriz. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou anteontem a realização de plebiscito para que o eleitorado do Estado opine sobre a divisão de seu território&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">&#8220;Se depender do senador José Sarney (PMDB-AP) e de seus aliados, o Brasil terá mais um Estado: o Maranhão do Sul, cuja capital será a cidade de Imperatriz. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou anteontem a realização de plebiscito para que o eleitorado do Estado opine sobre a divisão de seu território&#8221; (<a href="http://www.sc.gov.br/clipping_governo/noticia_int.asp?str_data=16/03/2007&amp;cd_noticia=4784&amp;str_retorno=clipping.asp">Folha de São Paulo, 16 de março de 2007</a>).<span id="more-21"></span></p>
<p class="western" align="justify">Após perder as últimas eleições no Maranhão, o grupo político do senador José Sarney apela por uma nova forma de conquista do poder: já que não conseguimos por meio das eleições, criamos um novo estado, ué.</p>
<p class="western" align="justify">O projeto é do senador maranhense Edson Lobão (PFL), que diz ser essa uma reivindicação do povo do Maranhão. &#8220;O presidente da Câmara Municipal de Imperatriz, possível capital do Maranhão do Sul, vereador Ademar Freitas (PSDB), diz que o novo estado traria mais recursos federais, além de investimentos privados para a região&#8221; (<a href="http://verdesmares.globo.com/v3/canais/noticias.asp?codigo=172826&amp;modulo=416">Última Hora, 18 de março de 2007</a>).</p>
<p class="western" align="justify">Absolutamente desnecessária, a criação de uma nova unidade de federação, entre outras coisas, implica a criação de milhares de cargos públicos: um governador, três senadores, oito deputados federais, uma Assembléia Legislativa, um Tribunal de Contas e por aí vai. E, obviamente, essas despesas do novo estado estarão nas mãos do governo federal.</p>
<p class="western" align="justify">&#8220;Uma vez aprovado no Senado, o projeto deve seguir para a Câmara dos Deputados. Pela Constituição, a convocação de um plebiscito é de competência exclusiva do Congresso Nacional (&#8230;) Se aprovado o plebiscito, e se a população local concordar com a divisão territorial, a matéria deve ser aprovada novamente pelo Congresso Nacional, por meio de lei complementar, depois de ouvida a Assembléia Legislativa do estado&#8221; (<a href="http://verdesmares.globo.com/v3/canais/noticias.asp?codigo=172826&amp;modulo=416">Última Hora, 18 de março de 2007</a>).</p>
<p class="western" align="justify">Agora, imaginem se a mania pega? Logo o Brasil terá mais estados do que municípios&#8230;</p>
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