Archive for the 'Geografia' category

The red button

O que fazer diante do botão vermelho brilhante?

Nesta sexta-feira e sábado estive em trabalho de campo estudando hidrografia. Uma das atrações foi conhecer as subestações da Sabesp na Cantareira. Numa delas, descemos 60 metros subsolo abaixo para visitar o núcleo de turbinas da estação elevatória. É de lá que a água é jogada Serra acima para depois ser tratada e distribuída para a cidade de São Paulo quase inteira. São turbinas gigantes, chaves de fendas maiores do que meu dorso, motores enormes, túneis infinitos por onde passam caminhões de carga. Quase um parque de diversões.

Foi onde tive de controlar meus impulsos que sussurravam incessantemente a cada painel: “press the red button”.

Red button

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Mapas, mapas e mais mapas

Pensa-se que com o Google Maps, os geógrafos perderam sua utilidade. Porém, não só de mapas de ruas e imagens de satélite vive a geografia.

Neste semestre, por exemplo, terei de fazer um estudo de uma bacia hidrográfica. Os mapas que irei usar, no entanto, não estão no Google Maps. A bacia está distribuída ao longo de quatro cartas topográficas diferentes. No site do IBGE, fiz o download do arquivo em “pdf” de cada uma (abaixo, ensino como encontrar cartas e mapas no site do IBGE - é bem legal e tem muita coisa disponível).

Primeiro problema: o Photoshop, aparentemente, não abre pdf (ou o micro no trabalho estava ruim ou eu não soube fazer). Em casa, abri os arquivos no Gimp (que abre pdf) e passei para o formato “jpg”. As cartas, porém, não se encaixavam: umas maiores, algumas tortas, outras pequenas demais. O Gimp, ainda que talvez fosse possível usar, estava dando um trabalho danado para editar. Ele é  péssimo, por exemplo, para arrastar imagens, girar, esticar etc.

Abri os arquivos “jpg” no Photoshop e, após algumas horas, tenho um único arquivo com todas os mapas devidamente costurados. Ufa! Já delimitei a área de que preciso e mandei imprimir na gráfica.
Cartas Topográficas

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Geocaching I - tentativa frustrada

E lá fomos nós, com o Blair, desbravar novos caminhos em busca do tesouro.

Geocaching funciona assim: alguém esconde um tesouro. Pode ser uma caixa ou um tupperware com um livro de assinaturas junto a alguma lembrança. Então, anuncia na Internet onde está escondido, com a coordenada geográfica ou UTM da localização exata do cache. Quem se interessa por aquela busca, vai com um GPS caçar o tesouro. Ao achar, assina o livro, pega o presente da caixa, deixa outro novo no lugar e fecha o tesouro novamente para o próximo que quiser buscá-lo. Clássica brincadeira de criança feita por adultos. Foi difícil explicar à minha mãe porque fazíamos um caça ao tesouro num sábado cinza, como ontem.

Escolhemos um cache no Núcleo do Engordador, do Parque Estadual da Cantareira. Conhecíamos parte desta serra, pois minha irmã morara na região. Mas não fazíamos a menor idéia de onde era o tal núcleo. Continue reading

Novidade: blog de geografia!

Este post é apenas um aviso para os leitores de Das Haus Die Frau: a partir de agora, escreverei também em bloGEO, um blog com artigos sobre espaço, conflitos, mapas, montanhas, descobertas, curiosidades e tudo o mais o que estiver relacionado a geografia :-)

Últimos artigos publicados em bloGEO:

Urbanização e verticalização em São Paulo

Não é nenhuma novidade o intenso processo de urbanização que a maior cidade da América do Sul tem sofrido nas últimas décadas. São Paulo passou de cidade comercial para metrópole industrial. Hoje já não se trata mais de um pólo industrial, mas sim de uma metrópole informacional (Santos apud Arroyo, 2004, p. 86). Não à toa, é reconhecida como metrópole global. Significa que sua importância não se restringe mais apenas ao território nacional, mas seu potencial de comando está voltado agora para o mundo. É como se São Paulo fosse a porta de entrada para o país.

Neste contexto, não é de se estranhar que esta metrópole continue a crescer em ritmos desenfreados. A cada dia, novos condomínios vão sendo construídos, prédios levantados, o trânsito se torna mais caótico e inviável. Continue reading

Usina Hidrelétrica de Itaipu

Era década de 1960, Brasil nas mãos dos militares, audaciosos projetos de modernização. Lá estava ela, projetada para o iluminar o futuro do país.

1973, primeira crise do petróleo. O preço do barril se eleva mais de 300% e o mundo começa a pensar mais sério em outras fontes possíveis de energia.

Dentro deste contexto, e pelo fato de o Brasil possuir um território rico em grandes e importantes rios, foi iniciada a obra da que seria a maior usina hidrelétrica do mundo: Itaipu. Continue reading

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    MalucatGandalf

Minha câmera

    As fotografias do 'Das Haus' mais antigas foram tiradas com uma Sony DSC-W7. As mais recentes são feitas com uma Canon EOS Rebel, à luz natural e sem o auxílio de equipamentos extras. Para edições de corte, utilizo GIMP ou Photoshop.
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