Archive for the 'Geografia' category

Gotas

Um dos hobbies da casa é fazer geocaching, uma espécie de caça ao tesouro de adulto, com GPS (ou mapa). Com esta brincadeira, descobrimos lugares incríveis, lindos e perdidos. Essas fotos fiz em um geocaching, no litoral norte de São Paulo, numa casa abandonada perto da estrada.

E achamos o tesouro. Pegamos uma moeda da África do Sul em troca de um pente de memória!

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Logo Pierre Monbeig

Se você entrar, agora, no site da Geografia, vai ver lá o logo do Encontro que está acontecendo esta semana. Fui convidada, no começo deste ano, para criar tanto o logo, quanto o cartaz do evento Geografia: Tradições e Perspectivas, que está homenageando o geógrafo francês Pierre Monbeig, um dos importantes fundadores do Departamento de Geografia da USP.

Monbeig, sempre acompanhado de um cachimbo, teve grande importância por seus estudos acerca do Estado de São Paulo. Estes dois aspectos estão representados no logo.

Cachimbo Monbeig

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The red button

O que fazer diante do botão vermelho brilhante?

Nesta sexta-feira e sábado estive em trabalho de campo estudando hidrografia. Uma das atrações foi conhecer as subestações da Sabesp na Cantareira. Numa delas, descemos 60 metros subsolo abaixo para visitar o núcleo de turbinas da estação elevatória. É de lá que a água é jogada Serra acima para depois ser tratada e distribuída para a cidade de São Paulo quase inteira. São turbinas gigantes, chaves de fendas maiores do que meu dorso, motores enormes, túneis infinitos por onde passam caminhões de carga. Quase um parque de diversões.

Foi onde tive de controlar meus impulsos que sussurravam incessantemente a cada painel: “press the red button”.

Red button

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Mapas, mapas e mais mapas

Pensa-se que com o Google Maps, os geógrafos perderam sua utilidade. Porém, não só de mapas de ruas e imagens de satélite vive a geografia.

Neste semestre, por exemplo, terei de fazer um estudo de uma bacia hidrográfica. Os mapas que irei usar, no entanto, não estão no Google Maps. A bacia está distribuída ao longo de quatro cartas topográficas diferentes. No site do IBGE, fiz o download do arquivo em “pdf” de cada uma (abaixo, ensino como encontrar cartas e mapas no site do IBGE – é bem legal e tem muita coisa disponível).

Primeiro problema: o Photoshop, aparentemente, não abre pdf (ou o micro no trabalho estava ruim ou eu não soube fazer). Em casa, abri os arquivos no Gimp (que abre pdf) e passei para o formato “jpg”. As cartas, porém, não se encaixavam: umas maiores, algumas tortas, outras pequenas demais. O Gimp, ainda que talvez fosse possível usar, estava dando um trabalho danado para editar. Ele é  péssimo, por exemplo, para arrastar imagens, girar, esticar etc.

Abri os arquivos “jpg” no Photoshop e, após algumas horas, tenho um único arquivo com todas os mapas devidamente costurados. Ufa! Já delimitei a área de que preciso e mandei imprimir na gráfica.
Cartas Topográficas

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Geocaching I – tentativa frustrada

E lá fomos nós, com o Blair, desbravar novos caminhos em busca do tesouro.

Geocaching funciona assim: alguém esconde um tesouro. Pode ser uma caixa ou um tupperware com um livro de assinaturas junto a alguma lembrança. Então, anuncia na Internet onde está escondido, com a coordenada geográfica ou UTM da localização exata do cache. Quem se interessa por aquela busca, vai com um GPS caçar o tesouro. Ao achar, assina o livro, pega o presente da caixa, deixa outro novo no lugar e fecha o tesouro novamente para o próximo que quiser buscá-lo. Clássica brincadeira de criança feita por adultos. Foi difícil explicar à minha mãe porque fazíamos um caça ao tesouro num sábado cinza, como ontem.

Escolhemos um cache no Núcleo do Engordador, do Parque Estadual da Cantareira. Conhecíamos parte desta serra, pois minha irmã morara na região. Mas não fazíamos a menor idéia de onde era o tal núcleo. Continue reading