Archive for the 'Fotografia' category

Novas aquisições nas estantes

Ou, pelo menos, aguardando a chegada das novas estantes.

Na semana passada fomos à feira de livros da USP, que acontece todos os anos, em Novembro. Não deveríamos nos entregar à tentação de sair comprando, até porque, ainda estamos na situação calamitosa de não ter onde guardá-los no escritório, mas 50% de desconto é irresistível. No fim de semana, inclusive, instituímos de vez o piano como prateleira de livros. Tá, não é a melhor maneira de se usar um piano. Mas tocar mesmo, ninguém mais toca, é melhor colocar livros a porta-retratos.

Cheguei na feira sem nenhuma indicação concreta de livros. Antes de descer ao saguão de livros, encontrei um amigo da Geo (afinal, a feira acontece no prédio da Geografia e História):

- A feira está bombando. Aquela é a pior banca de todas - disse ele apontando em direção a uma muvuca de gente.

- E o que tem lá?

- Ah, uns lances de livros de arquitetura, design.

Lá lá lá. Era exatamente o que pretendia procurar. Mas antes de entrar em desespero, fui passear e ver o que tinha acontecendo.

Nos primeiros três minutos, dou de cara com um amigo da editoração, com quem trabalhei há uns anos, na editora. Perfeito!

- Um bom livro de tipografia é?

Me recomendou Elementos do Estilo Tipográfico, um livro de capa vermelha. Adivinhem de qual editora? A da muvuca. Me preparei psicologicamente e lá fui encarar o tumulto. Tudo por um bom livro à preço de banana. Chegar perto para ver o que mais tem na banca? Impossível. Lá de longe: moça, você tem Elementos do Estilo Tipográfico?

Era só o que tinha de referência, era só o que iria comprar. É, eu não me preparei. Esqueci de pedir sugestões para o pessoal do trabalho e bobeei.

Mas a sorte anda mesmo comigo e quando vejo, do outro lado da banca, às margens do monte de gente, está nada mais nada menos do que a pessoa certa na hora exata: nosso amigo designer, artista gráfico, o autor do cartaz que temos em casa e curador de diversas exposições de artes gráficas em SP. Foi assim que consegui todas as recomendações e saí da feira chacoalhando as mãozinhas de felicidade. Oba, oba, tenho mais uma pilha de bons livros para ler.

E o que eu comprei? Basicamente, deixei todo o meu dinheiro na mesma editora e levei:

  • Elementos do Estilo Tipográfico, de Robert Bringhurst
  • Pensar com Tipos, de Ellen Lupton
  • O Design Brasileiro antes do Design, organizado por Rafael Cardoso
  • Objetos de Desejo - design e sociedade desde 1750, de Adrian Forty

New books

New books

Comecei pelo “O Design Brasileiro”, um livro com ponto de vista mais histórico. Estou achando um excelente começo. Ideal para introduzir o assunto. Sem contar com as ilustrações, que são interessantíssimas. Depois, acho que vou para o da Ellen Lupton, que é um clássico de tipografia, além de ser um assunto que me faz falta conhecer.

Foi uma feira lucrativa. Cheguei sem perspectiva alguma e encontrei as duas pessoas certas, perfeitas para as indicações de que precisava :)

Troncos e folhas secas

Troncos

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A Hard day’s Night

Já apareceu aqui no Das Haus, essa semana, um artigo sobre o #brhackday08, o evento do Yahoo que aconteceu no último fim de semana, em São Paulo. Foi uma maratona de dois dias, sábado e domingo (sem interrupções), de desenvolvimento em aplicações do Yahoo.

Para incentivar a galera a varar a madrugada na maratona, providenciaram puffs roxos grandes e confortáveis, que como podem ver, foram bem aproveitados:

Dorme

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The red button

O que fazer diante do botão vermelho brilhante?

Nesta sexta-feira e sábado estive em trabalho de campo estudando hidrografia. Uma das atrações foi conhecer as subestações da Sabesp na Cantareira. Numa delas, descemos 60 metros subsolo abaixo para visitar o núcleo de turbinas da estação elevatória. É de lá que a água é jogada Serra acima para depois ser tratada e distribuída para a cidade de São Paulo quase inteira. São turbinas gigantes, chaves de fendas maiores do que meu dorso, motores enormes, túneis infinitos por onde passam caminhões de carga. Quase um parque de diversões.

Foi onde tive de controlar meus impulsos que sussurravam incessantemente a cada painel: “press the red button”.

Red button

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Stroopewafel, stroopwafel, oba!

Na última vinda dos Duclós para o Brasil, tivemos o prazer de experimentar o melhor dos doces holandeses: que tortinha holandesa, que nada, o negócio é Stroopwafel.

Feche os olhos e imagine uma bolachinha com duas camadas finas de wafel e recheio de caramelo. Agora imagine uma xícara com café (ou chá) quente e fresco. Imagine o seu biscoito sobre a xícara, curtindo por alguns minutos, até o vapor derreter o caramelo. Morda sua bolacha imaginária e sinta o crocante da casca de wafel, o melado do caramelo derretido, um tímido sabor de canela ao fundo, alternando com degustações do café fresco.

Bom, nós tínhamos um pacote cheio desse elixir. Certa vez, acordamos num lindo dia de sol, dispostos a preparar café fresco para beber com stroopwafel. Preparamos o café, estendemos a rede na varanda e quando abrimos o armário: cadê as bolachas? Is no more! Imediatamente, veio uma nuvem escura sobre nossas cabeças, trovoadas fortes e um dia cinza e triste.

Esta semana, porém, graças à bondade dos Ducs e dos courriers Holanda-Brasil, ela voltou. Sem delongas, já abrimos o pacote e nos entregamos ao deleite das stroopwafels (*suspiro*). Obrigada, Ducs e casal Karina+Cristiano! :)

Stroopwafel

Stroopwafel
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Passageiro inesperado

Saímos à noite para passear. Terça fizera uma noite agradável. Ao voltarmos para casa, desço do carro recém estacionado e encontro o passageiro inesperado. Ele estava no teto, pegando uma carona para lugar nenhum.

Grilo

Logo se vê que vivo em ambiente urbano, de cimento. Ainda lembro de como fiquei impressionada quando soube que o barulho insuportável e ensurdecedor que tocava todos os fins das tardes de verão em Campinas não era de nenhuma fábrica ou motor de um galpão ali por perto, mas sim das cigarras!

    haus_tree1

    MalucatGandalf

Minha câmera

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