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	<title>Das Haus Die Frau &#187; Brasil</title>
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		<title>Gotas</title>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 01:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos hobbies da casa é fazer geocaching, uma espécie de caça ao tesouro de adulto, com GPS (ou mapa). Com esta brincadeira, descobrimos lugares incríveis, lindos e perdidos. Essas fotos fiz em um geocaching, no litoral norte de São Paulo, numa casa abandonada perto da estrada. E achamos o tesouro. Pegamos uma moeda da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um dos hobbies da casa é fazer <a href="http://www.geocaching.com/" target="_self">geocaching</a>, uma espécie de caça ao tesouro de adulto, com GPS (ou mapa). Com esta brincadeira, descobrimos lugares incríveis, lindos e perdidos. Essas fotos fiz em um geocaching, no litoral norte de São Paulo, numa casa abandonada perto da estrada.</p>
<p style="text-align: justify;">E achamos o tesouro. Pegamos uma moeda da África do Sul em troca de um pente de memória!</p>
<p><a title="Gota por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/3300714952/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3585/3300714952_858da36059.jpg" alt="Gota" width="500" height="333" /></a><span id="more-2313"></span></p>
<p><a title="Folhas verdes por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/3299881039/"><img style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3537/3299881039_7b2470d914.jpg" alt="Folhas verdes" width="500" height="333" /></a></p>
<p><a title="Gota por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/3299879727/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3335/3299879727_04ed25e994.jpg" alt="Gota" width="500" height="333" /></a></p>
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		<title>Fotografia a la &#8220;Diário de uma motocicleta&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 15:20:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta fotografia é uma das minhas favoritas da viagem ao Pará. Estávamos na Transamazônica quando encontramos esta moto.   Leia mais: Transamazônica no estado do Pará Tapajós]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Transamazônica por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2902214572/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3023/2902214572_83e2174d68.jpg" alt="Transamazônica" width="500" height="364" /></a></p>
<p>Esta fotografia é uma das minhas favoritas da viagem ao Pará. Estávamos na Transamazônica quando encontramos esta moto.</p>
<p> </p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://dashausdiefrau.com/1721" target="_self">Transamazônica no estado do Pará</a></li>
<li><a href="http://dashausdiefrau.com/1685" target="_self">Tapajós</a></li>
</ul>
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		<title>Transamazônica no estado do Pará</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 13:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma viagem de cunho geográfico, para conhecer todos os grandes rios de que ouvimos no colégio: Araguaia, Tocantins, Xingu, Tapajós e Amazonas. Ver de perto o resultado de tantos anos de políticas desenvolvimentista, integracionista e expansionista. A Transamazônica. O crescimento da região Central e Norte do Brasil. O que se faz com a floresta? De [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma viagem de cunho geográfico, para conhecer todos os grandes rios de que ouvimos no colégio: Araguaia, Tocantins, Xingu, Tapajós e Amazonas. Ver de perto o resultado de tantos anos de políticas desenvolvimentista, integracionista e expansionista. A Transamazônica. O crescimento da região Central e Norte do Brasil. O que se faz com a floresta? De um lado, extensas áreas de proteção ambiental. De outro, grandes pastos repletos de palmeiras babaçus. Pontos de partida para muita reflexão.</p>
<p style="text-align: justify;">Por mais que eu busque me distanciar do conhecimento geográfico, o meu país me fascina e ver sua história de perto é ainda mais empolgante.</p>
<p style="text-align: justify;">No <a href="http://maps.google.com/maps?f=d&amp;saddr=Santar%C3%A9m+Par%C3%A1&amp;daddr=Bras%C3%ADlia&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;mra=ls&amp;sll=-15.779039,-47.927856&amp;sspn=2.061503,2.471924&amp;ie=UTF8&amp;ll=-8.950193,-48.779297&amp;spn=17.364536,28.125&amp;z=6" target="_self">google maps</a> está o roteiro de nossa viagem. Foram três dias de carro, saindo de Brasília, passando por Goiás, Tocantins até chegar no Pará.</p>
<p><a title="Pará por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2890631679/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2379/2890631679_0bdfbca550.jpg" alt="Pará" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: justify; ">As fotografias são de trechos da BR 230, a Transamazônica, no estado paraense. A estrada Inicia-se com uma pequena porção asfaltada, mas logo substitui-se pelo chão de terra.</p>
<p><a title="Pará por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2890703927/"><span id="more-1721"></span><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3178/2890703927_91c230d9ce.jpg" alt="Pará" width="375" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: justify; ">A ponte revela as condições da estrada há poucos anos. Agora, todavia, uma nova ponte de madeira, mão única, dá passagem aos poucos carros e inúmeros caminhões que ali transitam. Apesar da estrada relativamente erma, é neste ponto em que encontramos algum congestionamento: uma fila de três caminhões aguarda a passagem de outro que segue na mão oposta.</p>
<p><a title="Pará por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2890633005/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3029/2890633005_fb782b6f79.jpg" alt="Pará" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: justify; ">O gado magro comumente compõe a cena da estrada abandonada.</p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://dashausdiefrau.com/1685" target="_self">Tapajós</a></li>
<li><a href="http://dashausdiefrau.com/1732" target="_self">Fotografia a la &#8220;Diário de uma motocicleta&#8221;</a></li>
</ul>
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		<title>Tapajós</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 04:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Recuperamos nossas fotografias do Pará, de quando lá estivemos, no verão de 2006. Em breve, novas fotos e artigos do natal em que passamos sobre o Tapajós. Badá, obrigada pelo CD com backup de imagens :-)   Leia mais: Transamazônica no estado do Pará Fotografia a la &#8220;Diário de uma motocicleta&#8221;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recuperamos nossas fotografias do Pará, de quando lá estivemos, no verão de 2006. Em breve, novas fotos e artigos do natal em que passamos sobre o Tapajós.</p>
<p><a title="Barco por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2890783923/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3013/2890783923_0f138cc640.jpg" alt="Barco" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Badá, obrigada pelo CD com backup de imagens :-)</p>
<p> </p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://dashausdiefrau.com/1721" target="_self">Transamazônica no estado do Pará</a></li>
<li><a href="http://dashausdiefrau.com/1732" target="_self">Fotografia a la &#8220;Diário de uma motocicleta&#8221;</a></li>
</ul>
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		<title>Identidade brasileira</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 19:15:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Achei muito legal quando li que a Capoeira tinha se elevado à categoria de patrimônio cultural brasileiro (Estadao.com.br). Significa que ela passa a ser oficialmente um &#8220;bem cultural&#8221; do Brasill e, na prática, algumas regras começam a valer, como o plano de previdência para os mestres de capoeira. O mais interessante, entretanto, é notar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">Achei muito legal quando li que a Capoeira tinha se elevado à categoria de <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080716/not_imp206716,0.php" target="_self">patrimônio cultural brasileiro</a> (Estadao.com.br). Significa que ela passa a ser oficialmente um &#8220;bem cultural&#8221; do Brasill e, na prática, algumas regras começam a valer, como o plano de previdência para os mestres de capoeira.</p>
<p class="western" align="justify">O mais interessante, entretanto, é notar o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo <a href="http://portal.iphan.gov.br/portal/montarPaginaSecao.do?id=11175&amp;retorno=paginaIphan" target="_self">Iphan</a>. Pouca gente conhece, mas o <em>Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional</em> é um importante órgão federal brasileiro, que realiza este trabalho de reconhecimento, manutenção, preservação e divulgação da nossa história e cultura. Foi, em grande medida, o responsável por esta ação da capoeira.<span id="more-540"></span></p>
<p><a title="Igreja São João del Rei por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2677073399/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3005/2677073399_bd8d5bd5e5.jpg" alt="Igreja São João del Rei" width="375" height="500" /></a></p>
<blockquote><p>Igreja São Francisco de Assis. São João del Rei &#8211; MG.</p></blockquote>
<p class="western" align="justify">Quando viajamos pelo Brasil, em cidades como Tiradentes, Ouro Preto, São João del Rei, Mariana, Parati, Rio de Janeiro, Salvador etc, grande parte do que está preservado é por conta deste <em>Instituto</em>. Por exemplo, em Tiradentes, recentemente o <a href="http://portal.iphan.gov.br/portal/montarPaginaSecao.do?id=11175&amp;retorno=paginaIphan" target="_self">Iphan</a> comprou uma casa do período colonial na rua da Câmara. Esta rua é muito importante pois foi onde se iniciou a antiga Vila de São João,  com urbanização balizada pela Igreja Matriz de Santo Antônio. Adquirir este imóvel foi uma forma de garantir que não fosse transformado em mais um ponto comercial. A idéia é mantê-lo tal qual esteve no passado e evitar que todas as construções da cidade virem hotéis, restaurantes, lojas etc. A partir desta aquisição, o Iphan o transforma em Museu, local de visitação ou em uma própria sede do Iphan.</p>
<p class="western" align="justify">Grande parte das obras de Aleijadinho é também protegida pelo <em>Instituto</em>. Muitas vezes, eles fazem o trabalho de restauração, as colocam em Igrejas ou museus para exposição, enfim, organizam tudo o que estiver relacionado à preservação da história, arte e cultura brasileira.</p>
<p><a title="Rua da Câmara por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2674864150/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3093/2674864150_d99d97fc70.jpg" alt="Rua da Câmara" width="500" height="325" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Matriz de Santo Antônio vista da rua da Câmara. Tiradentes, MG.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify">
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		<title>Portas e Janelas</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/440</link>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2008 13:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Em Minas Gerais, nas cidades históricas do século XVIII, o que encontrei de mais bonito não foram as ostentosas igrejas barrocas repletas de ouro. Não foi o queijinho, nem a cachaça, nem o doce de leite. Não foi a timidez e simpatia do mineiro. Não foram as ruas feitas de pedras pelos escravos. Foram, antes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">Em Minas Gerais, nas cidades históricas do século XVIII, o que encontrei de mais bonito não foram as ostentosas igrejas barrocas repletas de ouro. Não foi o queijinho, nem a cachaça, nem o doce de leite. Não foi a timidez e simpatia do mineiro. Não foram as ruas feitas de pedras pelos escravos. Foram, antes, as portas e janelas do período colonial.</p>
<p class="western" align="justify">Os estilos variam entre as três fases do barroco. Parecem até simples portinholas, mas muitas foram porta de entrada da grande elite do ouro. As residências não tinham jardim frontal. A separação entre a casa e a rua era delimitada pela porta. O lado de fora era o lugar do profano; a casa, o do sagrado. A área de lazer era o pátio ao fundo, fora das vistas da sociedade. Muitas janelas valorizavam o &#8220;de dentro se olha para fora, mas de fora não se pode enxergar dentro&#8221;.<span id="more-440"></span></p>
<p><a title="Tiradentes por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2533074799/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2005/2533074799_2c094e4f45.jpg" alt="Tiradentes" width="375" height="500" /></a></p>
<p><a title="Tiradentes por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2533074811/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3035/2533074811_d8225a6180.jpg" alt="Tiradentes" width="500" height="500" /></a></p>
<p><a title="São João del Rei por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2533074823/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3120/2533074823_02ae9b6ff8.jpg" alt="São João del Rei" width="500" height="500" /></a></p>
<p><a title="Tiradentes por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2533074831/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2344/2533074831_ef675d3c60.jpg" alt="Tiradentes" width="375" height="500" /></a></p>
<p><a title="São João del Rei por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2533074849/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2204/2533074849_3ca8f86716.jpg" alt="São João del Rei" width="375" height="500" /></a></p>
<ul>
<li><a href="http://www.flickr.com/photos/alickel/sets/72157605320997143/" target="_self">Portas e Janelas no Flickr</a></li>
</ul>
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		<title>Rio de Janeiro</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/363</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 00:20:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cybershark.net/aline/363</guid>
		<description><![CDATA[Já falei do Paraná, já falei de Brasília, agora falta falar do terceiro destino destas férias. É a segunda vez que visito o Rio de Janeiro e parece que ele tem se escondido de mim. Nos dois finais de semana em que lá estive, o tempo não foi dos melhores. Da primeira vez, muita garoa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">Já falei do <a href="http://blog.cybershark.net/aline/337">Paraná</a>, já falei de <a href="http://blog.cybershark.net/aline/350">Brasília</a>, agora falta falar do terceiro destino destas férias.</p>
<p><a title="Rio de Janeiro por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2236975691/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2128/2236975691_3f2067c587.jpg" alt="Rio de Janeiro" width="500" height="375" /></a></p>
<p class="western" align="justify">É a segunda vez que visito o Rio de Janeiro e parece que ele tem se escondido de mim. Nos dois finais de semana em que lá estive, o tempo não foi dos melhores. Da primeira vez, muita garoa. Desta, calor e dias nublados. <span id="more-363"></span>Para quem vive lá, uma maravilha &#8211; tempo assim é sinônimo de ar mais fresco, temperatura mais amena -, para quem está só de passagem, uma tristeza &#8211; Rio nublado significa uma vista não tão bonita do mar azul e de todas as belezas que lá tem. Nada disso, porém, me impediu de passear e conhecer um pouco da cidade carioca.</p>
<p class="western" align="justify">Na primeira viagem, tive a oportunidade de subir o Pão de Açúcar à noite. Uma vista deslumbrante e magnífica, digna de cartão postal. Melhor ainda foi descer o bondinho, último do dia, acompanhado de um simpático e jovem grupo de músicos tocando chorinho ao vivo, com direito a flauta transversal e pandeiro. Nada mais carioca!</p>
<p class="western" align="justify">(Gostaria de postar o vídeo para que todos pudessem ver &#8211; e garantir que não estou mentindo, mas não achei o álbum de fotos desta primeira viagem. O que me deixou um pouco deprimida, aliás. Perder fotos sucks!)</p>
<p class="western" align="justify">Mas voltando ao Rio: desta vez, o passeio escolhido foi o Cristo. Não pela religiosidade ou superstição, mas sim pela vista panorâmica lá de cima. Para nosso azar, o dia estava muito nublado e nenhuma foto boa saiu da máquina. Mas o passeio valeu a pena ainda assim. Eita cidade bonita!</p>
<p class="western" align="justify">O Cristo em si é bonito, mas nada tão excepcional. Legal mesmo é a vista panorâmica da cidade, 360 graus, que se tem lá de cima (na falta de uma boa imagem minha, <a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c0/CidadeRio.jpg">veja a da Wikipédia</a>).</p>
<p class="western" align="justify">Entretanto, se você tiver de escolher entre um ou outro passeio, aconselho ir ao Pão de Açúcar, pois o trajeto do bonde é mais divertido do que o do trem que leva ao Cristo. O bonde tem uma vista linda durante toda a subida e a panorâmica lá de cima é também animal :-)</p>
<p class="western" align="justify">Mas não só de Cristo e Pão de Açúcar vive o Rio. Também não é de tráfico que vou falar. Passeando pelo centro, se você estiver com mais tempo, um lugar interessante é o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pal%C3%A1cio_do_Catete">Palácio do Catete</a>. Não estranhe se reconhecer este nome. Muito provavelmente, você já o leu em algum livro de História do colégio. É o antigo palácio do governo, quando o Rio era a capital do país, e foi lá onde <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Get%C3%BAlio_Vargas">Getúlio Vargas</a> se suicidou com um tiro no peito.</p>
<p><a title="Rio de Janeiro por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2238085046/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2348/2238085046_c066568ebf.jpg" alt="Rio de Janeiro" width="375" height="500" /></a></p>
<blockquote><p>Palmeiras imperiais, originárias de Cuba, no Palácio do Catete.</p></blockquote>
<p class="western" align="justify">Hoje, o Palácio é aberto ao público e tem muitas atrações: um museu, uma livraria, um café e um delicioso parque no antigo jardim onde as pessoas vão caminhar e se encontrar. Foi lá que vi, pela primeira vez, a maior concentração de carrinhos de bebês em toda a minha vida. Logo depois, vi pela primeira vez na vida a maior concentração de velhinhos. O Palácio do Catete é muito bonito e vale a pena conhecer!</p>
<p><a title="Rio de Janeiro por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2238085084/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2412/2238085084_45964906ff.jpg" alt="Rio de Janeiro" width="375" height="500" /></a></p>
<blockquote><p>Bebês e crianças ao fim da tarde de domingo no Palácio do Catete.</p></blockquote>
<p><a title="Rio de Janeiro por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2238085062/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2353/2238085062_73c6e250d4.jpg" alt="Rio de Janeiro" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Lago do Palácio.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">Ouço as pessoas dizendo que o Rio é lindo, o mar é de um azul deslumbrante, o Cristo é belo, o Pão de Açúcar isso, Ipanema aquilo. Tudo isso é verdade. Mas o que mais me encanta é a sua geomorfologia: sobe e desce morros, ricos em nascentes d&#8217;água e marcas profundas da rede de drenagem. Rochas lindas e um recorte de praias magnífico. Eu gosto muito!</p>
<blockquote><p>Cristo Redentor: para subir até o Cristo de trem, pela Estrada de Ferro do Corcovado, você paga R$ 36. Crianças até 5 anos no colo não pagam e até 12, pagam R$ 18. No período de alta temporada, estudante não ganha desconto. A partir de julho, segundo o atendente, as &#8220;meias&#8221; voltam a ser aceitas.</p></blockquote>
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		<title>Brasília e o Museu Nacional</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jan 2008 16:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia me perguntaram o que era interessante conhecer em Brasília, numa passagem rápida, de uns dois dias. A minha primeira resposta foi: nada. Brasília não tem nada para fazer. Estava sendo injusta, porque a capital do país há de ter algo interessante. Parei alguns instantes e consegui enumerar alguns lugares para se visitar. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">Outro dia me perguntaram o que era interessante conhecer em Brasília, numa passagem rápida, de uns dois dias. A minha primeira resposta foi: nada. Brasília não tem nada para fazer.</p>
<p class="western" align="justify">Estava sendo injusta, porque a capital do país há de ter algo interessante. Parei alguns instantes e consegui enumerar alguns lugares para se visitar. Não muitos. Coisas para dois dias mesmo. Mas depois fiquei pensando e conclui que eu não tinha explorado a cidade até então. Todo mundo me dizia que era chato, eu acreditava e não a descobria com meus próprios olhos. Eis que neste fim de ano voltei e fui conhecê-la um pouco mais.<span id="more-350"></span></p>
<p class="western" align="justify">Além das caminhadas pelo Lago Norte, o qual descobri ser um lugar muito agradável para se viver, fiz os passeios turísticos tradicionais. Eu já os conhecia da primeira visita a Brasília, mas desta vez fui munida com duas máquinas fotográficas (uma manual, inclusive, emprestada da minha cunhada, a quem agradeço pela chance de brincar de tirar fotos) e um pouco de curiosidade. Valeu muito a pena!</p>
<p class="western" align="justify">O que mais gostei, nesta ordem:</p>
<ul>
<li>Catedral de Brasília ou Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida</li>
<li>Assistir a troca da bandeira nacional pelos &#8220;dragões da independência&#8221;</li>
<li>Museu Nacional</li>
<li>Passear ao longo do Lago Paranoá, passando pela Ponte JK</li>
<li>Caminhar no Parque Olhos d&#8217;água, na Asa <span style="text-decoration: line-through;">Sul</span> Norte</li>
</ul>
<p>O que achei mais sem graça:</p>
<ul>
<li>Palácio da Alvorada (residência presidencial)</li>
<li>Biblioteca Nacional (eu posso explicar!)</li>
<li>Palácio do Planalto</li>
</ul>
<p class="western" align="justify">É muito legal ver e entender a organização de uma cidade planejada. A divisão entre Asa Norte, Asa Sul, W (oeste) e L (leste); a organização por superquadras e a setorização de tudo: setor de hospitais, setor de comércio, setor disso e daquilo.</p>
<p class="western" align="justify">Outra coisa legal é descobrir Brasília sob os olhares das bacias hidrográficas, a formação do Lago Paranoá com a construção da barragem etc. É um assunto que devo agradecer ao meu sogro pelo interesse em me ensinar, por horas de bate-papo, e que merece um post dedicado só a este tema.</p>
<p class="western" align="justify">Além de tudo, não se pode negar que conhecer Brasília é conhecer um pouco da obra do arquiteto Oscar Niemeyer. Ele está presente por toda a cidade. Não a toa. É o responsável pelo projeto da maioria das construções do Plano Piloto. O planejamento urbanístico é de Lucio Costa.</p>
<p class="western" align="justify">Em Dezembro de 2006 foi inaugurado mais uma obra de Niemeyer: o Museu Nacional, que já estava projetado desde o Plano Piloto, mas só agora foi construído.  Ele está no Eixo Monumental, na Esplanada, de frente para a Catedral de Brasília e para o Teatro Nacional.</p>
<p><a title="Museu Nacional de Brasília por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2183061491/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2217/2183061491_6e9be13138.jpg" alt="Museu Nacional de Brasília" width="500" height="334" /></a></p>
<blockquote><p>Museu Nacional de Brasília.</p></blockquote>
<p><a title="Museu Nacional de Brasília por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2183815812/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2293/2183815812_31282d8888.jpg" alt="Museu Nacional de Brasília" width="500" height="334" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Arco do Museu Nacional.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">Me surpreendi ao ver que a meia bola branca era indêntica à <a href="http://www.sampa.art.br/museus/aeronautica/images/ci_oca.jpg">Oca do Ibirapuera</a>, em São Paulo, também de Niemeyer. O que não tira a beleza arquitetônica da obra, só é uma pena o deslize e a falta de criatividade do artista ao projetá-lo. De qualquer maneira, é um excelente passeio.</p>
<p><a title="Teto do Museu Nacional por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2183983868/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2365/2183983868_85bccdd2b2.jpg" alt="Teto do Museu Nacional" width="334" height="500" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Detalhe do teto do Museu Nacional.</p>
</blockquote>
<p><a title="Arco do Museu Nacional por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2183763575/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2104/2183763575_f94a13f2c1.jpg" alt="Arco do Museu Nacional" width="334" height="500" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Arco do Museu Nacional.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">Brasília é uma cidade com muitas coisas interessantes para ver e conhecer. Por outro lado, é também uma cidade de cópias. Além do Museu Nacional, semelhante à Oca; a ponte JK é idêntica a <a href="http://www.geocities.com/capecanaveral/4274/pontedf.htm">ponte japonesa em Nagoia</a>; na Catedral estão uma réplica da imagem de Nossa Senhora Aparecida e uma réplica de La Pietà, de Michelangelo.</p>
<p class="western" align="justify">Outros aspectos da capital pretendo explorar em posts futuros.</p>
<ul>
<li><a href="http://www.flickr.com/photos/alickel/sets/72157603687461185/">Mais fotos do Museu Nacional de Brasília</a></li>
</ul>
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		<title>Entre Rios, colônias germânicas no sul do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Dec 2007 04:03:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias de Família]]></category>
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		<description><![CDATA[Se um dia estiver de passagem pelo Sul do Brasil, ali no Paraná, pela região de Curitiba, Cascavel, Ponta Grossa, não perca a oportunidade de conhecer as colônias de Entre Rios. Entre Rios está a 30 Km de Guarapuava, que por sua vez, está a uns 250 Km de Curitiba (mapa rodoviário). A partir da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">Se um dia estiver de passagem pelo Sul do Brasil, ali no Paraná, pela região de Curitiba, Cascavel, Ponta Grossa, não perca a oportunidade de conhecer as colônias de Entre Rios.</p>
<p class="western" align="justify">Entre Rios está a 30 Km de Guarapuava, que por sua vez, está a uns 250 Km de Curitiba (<a href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=Entre+Rios+Paran%C3%A1&amp;ie=UTF8&amp;ll=-25.593056,-51.677778&amp;spn=1.731476,2.900391&amp;z=9">mapa rodoviário</a>). A partir da capital paranaense, são umas 4 horas de carro, numa simpática estrada pela serra com muita paisagem bonita.<span id="more-337"></span></p>
<p class="western" align="justify">Entre Rios é o nome do conjunto de cinco colônias germânico-iugoslávas fundadas em 1951: Jordãozinho, Cachoeira, Vitória, Samambaia e Socorro.</p>
<p class="western" align="justify">Na metade do século XX, os países da América, principalmente Brasil, Estados Unidos e Canadá, incentivavam a vinda de migrantes com o objetivo de gerar uma ocupação em áreas com vazios populacionais e, de modo geral, iniciar produções agrícolas. No caso do Brasil, a região sul foi a maior beneficiada por este tipo de colonização. Eis que veio meu pai com sua família numa dessas levas em 1953.</p>
<p class="western" align="justify">Estes migrantes eram povos europeus, originalmente do leste, que no período de guerras se deslocaram de seus países para viver na Alemanha, Áustria etc. Destituidos de suas terras, restou-lhes trabalhar em terras alheias, como empregados. A chance de vir para o novo mundo, recebendo terras do governo a preços módicos, e reconstruir suas vidas como proprietários e não mais como empregados, era sem dúvida vantajosa.</p>
<p class="western" align="justify">No mesmo ano em que foram fundadas as colônias, criou-se a <a href="http://www.agraria.com.br/">Cooperativa Agrária</a>, que existe até hoje e fornece recursos para os produtores agrícolas da região. No período de inverno, planta-se na região cevada, aveia e trigo. No verão, soja e milho.</p>
<p class="western" align="justify">A maior parte das famílias reside na colônia e possui terras para o plantio em áreas mais afastadas.</p>
<p class="western" align="justify">A cultura é, talvez, o traço mais marcante deste lugar. A organização de cada colônia reproduz as características de outrora. A praça central é rodeada pela Igreja e pelo galpão de festas. As casas repetem a arquitetura tradicional, inclusive, com os jardins floridos. Nas calçadas, grandes pinheiros enfileirados remetem às paisagens das antigas cidades germânicas do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Leste_Europeu">Leste-europeu</a>. O lanche da tarde é também uma herança das tradições alemãs. Vidros de conservas, geléias caseiras e bolachas variadas estão sempre à mesa para a merenda.</p>
<p><a title="Entre Rios - PR por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2050635143/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2261/2050635143_d35fa35fb7.jpg" alt="Entre Rios - PR" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote><p>Colônia Jordãozinho.</p></blockquote>
<p class="western" align="justify">Já na quarta geração, a língua predominante é ainda o alemão. Na realidade, um dialeto* com fortes influências iugoslavas. E na escola, as crianças aprendem os dois idiomas: tanto o português, quanto o alemão.</p>
<p><a title="Kindergarten por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2051787139/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2166/2051787139_f2c02ef92c.jpg" alt="Kindergarten" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Jardim de Infância na colônia Vitória.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">No mês de outubro, é realizada a <em>Festa da Cevada</em> em comemoração ao fim da colheita. A organização é da Cooperativa Agrária e a festa tem duração de uma semana, sendo que na abertura acontece o tradicional jantar de peixe. Outras festas menores acontecem ao longo do ano. No natal, a escola prepara junto às crianças a reprodução teatral do nascimento de Jesus. A apresentação acontece na praça central. A trilha sonora fica por conta da banda local e a narração é feita toda em alemão.</p>
<p class="western" align="justify">Para quem deseja visitar a cidade, as melhores opções de hotel e pousada estão na cidade de Guarapuava, há 30 Km das colônias. Restaurantes também são encontrados com maior facilidade na cidade. São poucas as atrações turísticas em Entre Rios. Muito vagarosamente, a colônia está se equipando para receber visitantes.</p>
<p class="western" align="justify">Atualmente, um passeio de um dia é o suficiente para conhecer o que há de mais interessante: uma caminhada pelas colônias, algumas lojinhas de souvenirs, artesanato local etc. Para quem se interessa, há uma pista de motocross na colônia Jordãozinho. Quem busca por um recanto para descansar, pode ser o programa perfeito. Além da possibilidade de se conhecer um pouco de uma cultura diferente, é um lugar muito tranquilo, ideal para o descanso.</p>
<p><a title="Entre Rios por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2052622330/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2056/2052622330_5fa61d2a44.jpg" alt="Entre Rios" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Traços da arquitetura germânica.</p>
</blockquote>
<p><a title=" The Ewes por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2141993274/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2056/2141993274_08b5596f96.jpg" alt=" The Ewes" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote><p>Clima mais ameno, com temperaturas próxima de 0C no inverno, possibilita a criação de ovelhas.</p></blockquote>
<p><a title="Fishing por ali ckel, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2141888300/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2179/2141888300_21d19ef2ec.jpg" alt="Fishing" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote><p>Lago para pescaria. Ao fundo, pasto para ovelhas e plantação de milho.</p></blockquote>
<p><em><span class="preto"><span class="preto"><span class="preto"><span class="preto">* Definição Houaiss: língua que, embora tenha literatura escrita, não é língua oficial de nenhum país (p.ex., o catalão, o basco, o galego etc.).</span></span></span></span></em></p>
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		<title>Usina Hidrelétrica de Itaipu</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/321</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 02:22:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Era década de 1960, Brasil nas mãos dos militares, audaciosos projetos de modernização. Lá estava ela, projetada para o iluminar o futuro do país. 1973, primeira crise do petróleo. O preço do barril se eleva mais de 300% e o mundo começa a pensar mais sério em outras fontes possíveis de energia. Dentro deste contexto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">Era década de 1960, Brasil nas mãos dos militares, audaciosos projetos de modernização. Lá estava ela, projetada para o iluminar o futuro do país.</p>
<p class="western" align="justify">1973, primeira crise do petróleo. O preço do barril se eleva mais de 300% e o mundo começa a pensar mais sério em outras fontes possíveis de energia.</p>
<p class="western" align="justify">Dentro deste contexto, e pelo fato de o Brasil possuir um território rico em grandes e importantes rios, foi iniciada a obra da que seria a maior usina hidrelétrica do mundo: Itaipu.<span id="more-321"></span></p>
<ul>
<li><strong>PANORAMA DA BACIA HIDROGRÁFICA TIETÊ-PARANÁ</strong></li>
</ul>
<p class="western" align="justify">O lugar escolhido para a construção desta gigante máquina de energia foi a antiga região do Salto de Sete Quedas, na divisa entre Brasil e Paraguai. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Salto_de_Sete_Quedas">Salto de Sete Quedas</a> era o nome dado a um conjunto de quedas d&#8217;águas do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Paran%C3%A1">rio Paraná</a>.</p>
<p class="western" align="justify">O rio Paraná é um importante sistema fluvial do país, sendo o nono maior do mundo. Nasce entre os estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul e corre no sentido sul, passando pelo estado do Paraná e desaguando na foz do Iguaçu.</p>
<p class="western" align="justify">Por ser um rio tão importante, imagina-se que sua capacidade ou fluxo de água seja grande também. Foi exatamente por isso que a região do Salto de Sete Quedas foi escolhida para a construção de Itaipu. Mediu-se o local em que o potencial de energia seria mais alto e lá foi feita a usina.</p>
<p class="western" align="justify">As sete quedas desciam rio abaixo consecutivamente, uma atrás da outra. Na base da última é que foi feita a barragem, de modo que toda a água ficasse retida atrás da barragem e tivesse ainda mais força na hora de cair e passar pelas turbinas (de maneira  bem simples, foi isto que fizeram).</p>
<p class="western" align="justify"><a title="Lago Itaipu" href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=pt-BR&amp;msa=0&amp;ll=-25.401104,-54.385071&amp;spn=1.017225,1.867676&amp;t=k&amp;z=9&amp;om=1"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://blog.cybershark.net/aline/wp-content/lagoitaipu.jpg" alt="Lago Itaipu" width="380" height="227" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Lago Itaipu. Fonte: <a href="http://maps.google.com/">Google Maps</a>. Clique no mapa para vizualizar imagem original.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">Na figura acima, está indicado o Lago Itaipu, a área que foi inundada depois da construção da barragem. Antes da barragem, se víssemos uma imagem nesta mesma escala, certamente, o rio Paraná seria apenas uma linha fina azul, semelhante ao que observamos deste rio após passar pela usina. Porém, com a construção da barragem para para usina, houve o alagamento e a formação deste enorme lago, chamado hoje de lago Itaipu.</p>
<p class="western" align="justify">Notem que o rio Iguaçu, indicado na figura, é rodeado por uma área muito mais verde do que o restante. Trata-se de uma pequena parte do <a href="http://www.ibama.gov.br/parna_iguacu/">Parque Nacional do Iguaçu</a>, onde se localizam as famosas Cataratas do Iguaçu.</p>
<p class="western" align="justify">Estes rios estão todos localizados na Bacia Hidrográfica Tietê-Paraná (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Bacia_tiete_parana.png">link para mapa da Bacia</a>), que não corresponde estritamente ao estado do Paraná. A Bacia abrange uma área muito maior, incluindo São Paulo, parte do Paraguai, da Argentina etc. O rio Paraná, como é possível ver na imagem de satélite, corre de norte para sul. O rio Iguaçu corre de leste para oeste e desagua no rio Paraná no local das Cataratas.</p>
<p><a title="Lago Itaipu" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068040175/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2076/2068040175_9516dcfd09.jpg" alt="Lago Itaipu" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Vista do Lago Itaipu. Quase não se vê a outra margem, tamanha imensidão de água.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">O rio Paraná marca a divisa de três países diferentes: Brasil, Paraguai e Argentina. Dessa forma, é de se imaginar que o aproveitamento de recursos energéticos deste rio seja precedido por negociações entre os três países. Assim, foi assinado o Acordo Tripartite em 19 de Outubro de 1979, afirmando a utilização do rio Paraná no trecho desde a região do Salto de Sete Quedas (onde está hoje Itaipu) até a foz do rio Prata (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_hidrel%C3%A9trica_de_Itaipu">Wikipédia</a>). Apesar da Argentina ter participado do Acordo Tripartite, a construção de Itaipu foi uma iniciativa apenas de Brasil e Paraguai.</p>
<ul>
<li><strong>A USINA HOJE</strong></li>
</ul>
<p class="western" align="justify">Atualmente, Itaipu é a segunda maior usina do mundo, tendo sido ultrapassada pela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrel%C3%A9trica_de_Tr%C3%AAs_Gargantas">Hidrelétrica de Três Gargantas</a>, na China, em 2006.</p>
<p class="western" align="justify">A energia gerada em Itaipu é dividida entre Brasil e Paraguai. Em números absolutos, nosso país recebe mais energia, entretanto, esta quantia representa apenas 20% do total consumido em terras brasileiras. Para o Paraguai, a energia de Itaipu corresponde a, aproximadamente, 90% do total. Esta discrepância ocorre, entre outras coisas, por conta da diferença de tamanho dos dois países. Enquanto Brasil tem 8.514.876,599 Km², quinto maior país do mundo, Paraguai tem apenas 406,750 Km².</p>
<p class="western" align="justify"><a title="Mapa Itaipu" href="http://maps.google.com/maps?ie=UTF8&amp;hl=pt-BR&amp;ll=-25.41254,-54.590549&amp;spn=0.015893,0.029182&amp;t=k&amp;z=15&amp;om=1"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://blog.cybershark.net/aline/wp-content/itaipumapa.jpg" alt="Mapa Itaipu" width="380" height="229" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Usina Itaipu. Legenda:</p>
<p class="western" align="justify">1- Barragem</p>
<p class="western" align="justify">2- Sistema de Turbinas</p>
<p class="western" align="justify">3- Comportas (fechadas)</p>
<p class="western" align="justify">4- Rio Paraná seguindo seu curso após passar por Itaipu</p>
<p class="western" align="justify">5- Fronteira Simbólica Paraguai/Brasil (Paraguai &#8211; esquerda; Brasil &#8211; direita)</p>
<p class="western" align="justify">Fonte: <a href="http://maps.google.com/">Google Maps</a>. Clique no mapa para vizualizar imagem original.</p>
</blockquote>
<p class="western" align="justify">A barragem, de 198 metros de altura e 7700 metros de extensão, é o que retém a água do rio. As 20 turbinas acopladas a barragem são responsáveis por gerar a energia. A água vem descendo seu curso natural e ao passar pelas turbinas faz girar uma espécie de &#8220;catavento&#8221;, gerando energia, que é transmitida por redes elétricas para uso nas cidades. As comportas se mantém normalmente fechadas, mas que em épocas de cheia, são abertas de modo a liberar água e não causar enchentes na região.</p>
<p><a title="Usina Itaipu" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068018013/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2030/2068018013_b44bdab982.jpg" alt="Usina Itaipu" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Vista da barragem, turbinas e do rio Paraná.</p>
</blockquote>
<p><a title="Turbina" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068040171/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2034/2068040171_b613a86556.jpg" alt="Turbina" width="375" height="500" /></a></p>
<blockquote>
<p class="western" align="justify">Turbinas.</p>
</blockquote>
<p><a title="Itaipu" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068067649/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2163/2068067649_ea98125023.jpg" alt="Itaipu" width="375" height="500" /></a></p>
<blockquote><p>Panorâmica da usina.</p></blockquote>
<p><a title="Rio Paraná" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068067653/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2068/2068067653_3eb62f0e6e.jpg" alt="Rio Paraná" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote><p>Rio Paraná após passar pela usina.</p></blockquote>
<p><a title="Comportas fechadas" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2068040181/"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2194/2068040181_5bcd27273a.jpg" alt="Comportas fechadas" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote><p>Sistema de comportas fechadas no momento da foto.</p></blockquote>
<ul>
<li><strong>SITES RECOMENDADOS</strong></li>
</ul>
<p>- <a href="http://www.psg.com/~walter/guaira.html">Quedas do Guaíra</a> &#8211; uma visão crítica sobre a construção de Itaipu.</p>
<p>- <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Salto_de_Sete_Quedas">Salto Sete Quedas Wikipédia</a></p>
<p>- <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_hidrel%C3%A9trica_de_Itaipu">Usina Hidrelétrica de Itaipu Wikipédia</a></p>
<p>- <a href="http://www.itaipu.gov.br">Itaipu Binacional</a> &#8211; site oficial</p>
<p>- <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrel%C3%A9trica_de_Tr%C3%AAs_Gargantas">Hidrelétrica Três Gargantas</a> &#8211; a maior usina do mundo, na China</p>
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		<title>Mercado Municipal Paulistano</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/30</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2007 03:37:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cybershark.net/aline/30</guid>
		<description><![CDATA[Mercado Municipal Paulistano foi construído, no começo do século XX, próximo ao Rio Tamanduateí, uma importante rede de fluxo comercial daquele período. Era às margens deste rio que as mercadorias chegavam do interior de São Paulo ou do litoral. Produtos importantos eram recebidos no porto de Santos e depois trazidos para a capital paulista. Esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mercado Municipal Paulistano foi construído, no começo do século XX, próximo ao Rio Tamanduateí, uma importante rede de fluxo comercial daquele período. Era às margens deste rio que as mercadorias chegavam do interior de São Paulo ou do litoral. Produtos importantos eram recebidos no porto de Santos e depois trazidos para a capital paulista.<a title="Mercado Municipal" href="http://blog.cybershark.net/aline/30"><br />
</a></p>
<p class="western" align="justify">Esta região irá se tornar, aos poucos, um grande centro de comércio. Reflexo deste período temos, ainda hoje, o intenso fluxo de atividade comercial da 25 de Março.</p>
<p class="western" align="justify">Diante da necessidade da oligarquia cafeera de demonstrar seu poderio frente a primeira crise que enfrentava na década de 1920 e ao início do crescimento industrial da cidade de São Paulo, conseguiram com que fosse aprovado, em 1924, o projeto de construção de um ostentoso mercado para recebimento e distribuição de mercadorias, principalmente da produção agrícola.</p>
<p class="western" align="justify">A empresa contratada para realização do projeto arquitetônico foi a Ramos de Azevedo, do arquiteto português Francisco de Paulo Ramos de Azevedo. A equipe, na época, contava com italianos, franceses, alemães etc, assim, prevalece no Mercadão um estilo arquitetônico eclético, com referências góticas, clássicas etc.<span id="more-30"></span></p>
<p class="western" align="justify">Os vitrais, que têm como tema &#8220;a vida no campo&#8221; e são, portanto, uma importante referência do período rural no Brasil, foram obra do artista russo Conrado Sorgericht Filho. Seu trabalho pode ser visto também na Catedral da Sé e em outras centenas de igrejas brasileiras. O material utilizado nos vitrais foi importado da Alemanha.</p>
<p><a title="Mercado Municipal de São Paulo" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2724093706/in/set-72157606490143744/" target="_self"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3225/2724093706_de88884896.jpg" alt="Mercado Municipal de São Paulo" width="500" height="256" /></a></p>
<p class="western" align="justify">Em 1932 estava pronta a construção do Mercadão numa área de 12.600 m². Entretanto, sua inaguração teve de ser adiada por conta da Revolução Constitucionalista do mesmo ano. Somente após uma reforma &#8211; reforma esta realizada antes mesmo que fosse aberto ao público &#8211; para reconstituir vitrais e outras partes que teriam sido abaladas por tiros durante a revolução, o Mercado Municipal Paulistano é finalmente inaugurado em 1933. Neste período, São Paulo contava com uma população de 1 milhão de habitantes.</p>
<p class="western" align="justify">Na década de 1960, com o crescimento da população paulistana, o Mercado Municipal demonstrava-se pequeno e já não suportava a grande demanda. A isso somavam-se problemas higiênicos e sanitários. Assim, surge o projeto de um novo centro de distribuição de mercadorias: CEAGESP &#8211; Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, que é inaugurada em 1969 e passa a ser o principal centro de recebimento e distribuição da produção agrícola do Estado de São Paulo.</p>
<p class="western" align="justify">Aos poucos, a CEAGESP vai ganhando importância e vai crescendo. Hoje, estabelece uma relação com todo o Brasil e com alguns países da América Latina. Recebe azeitonas do Chile, Argentina e Colombia; distribui verduras para Rondônia; recebe frutas do sertão semi-árido, do sul do país; tomate de Minas Gerais; verduras do interior do Estado; açúcar do oeste paulista e por aí vai. São movimentados &#8220;250 mil toneladas de frutas, legumes, verduras, pescados e flores a cada mês&#8221; (<a href="http://http://www.ceagesp.gov.br/institucional/histor/" target="_blank">Portal Ceagesp</a>).</p>
<p><a title="Mercado Municipal de São Paulo" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2723236097/in/set-72157606490143744/" target="_self"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3059/2723236097_03d546d4a0.jpg" alt="Mercado Municipal de São Paulo" width="375" height="500" /></a></p>
<p class="western" align="justify">Já o Mercado Municipal, principalmente após a última reforma durante a prefeitura de Marta Suplicy, assumiu um caráter de mercado de luxo e de ponto turístico. Os produtos alí vendidos são produtos exóticos e importados, vendidos a preços exorbitantes. Mas nada disso tira a beleza do passeio agradável ao antigo Mercadão.</p>
<p><a title="Mercado Municipal de São Paulo" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2723236085/in/set-72157606490143744/" target="_self"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3282/2723236085_c5ec66b51b.jpg" alt="Mercado Municipal de São Paulo" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a title="Mercado Municipal de São Paulo" href="http://www.flickr.com/photos/alickel/2723236107/in/set-72157606490143744/" target="_self"><img style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3188/2723236107_3b253df6c9.jpg" alt="Mercado Municipal de São Paulo" width="500" height="375" /></a></p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.mercadomunicipal.com.br/hist.htm" target="_blank">Mercado Municipal</a></li>
<li><a href="http://www.aprenda450anos.com.br/450anos/vila_metropole/2-3_mercado_municipal.asp" target="_blank">São Paulo 450 Anos</a></li>
<li><a href="http://www.ceagesp.gov.br/institucional/histor/" target="_blank">Portal Ceagesp</a></li>
</ul>
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