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	<title>Comments on: Ecomoda muita gente</title>
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		<title>By: Cissa</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/306/comment-page-1#comment-2880</link>
		<dc:creator>Cissa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2008 20:31:23 +0000</pubDate>
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		<description>Aline, Darcy Ribeiro é antropólogo e escreveu a melhor análise sobre povos pré-colombianos brasileiros. Nossos índios eram sim muito avançados, tão avançados que até hoje sabem utilizar os recursos naturais de um modo que o &quot;homem branco&quot; ainda não conseguiu aprender.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aline, Darcy Ribeiro é antropólogo e escreveu a melhor análise sobre povos pré-colombianos brasileiros. Nossos índios eram sim muito avançados, tão avançados que até hoje sabem utilizar os recursos naturais de um modo que o &#8220;homem branco&#8221; ainda não conseguiu aprender.</p>
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		<title>By: Das Haus Die Frau ali ckel &#187; Archives &#187; Carrefour e a seção de feira: orgânicos e outras decepções</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/306/comment-page-1#comment-2640</link>
		<dc:creator>Das Haus Die Frau ali ckel &#187; Archives &#187; Carrefour e a seção de feira: orgânicos e outras decepções</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 20:03:55 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Com este modismo sócio-saudável-natureba, somos constantemente enganados. Este foi só mais um exemplo. Já havia publicado neste blog o caso do filtro de café Melitta. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Com este modismo sócio-saudável-natureba, somos constantemente enganados. Este foi só mais um exemplo. Já havia publicado neste blog o caso do filtro de café Melitta. [...]</p>
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		<title>By: rbp</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/306/comment-page-1#comment-1415</link>
		<dc:creator>rbp</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2007 16:46:26 +0000</pubDate>
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		<description>Esse é o ponto: a proposta pode até ser legal, mas o consumidor não tem como saber *qual* é a proposta, nem na embalagem nem no site do fabricante! Eles esperam que as pessoas paguem mais caro só porque tem &quot;Eco&quot; no nome...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é o ponto: a proposta pode até ser legal, mas o consumidor não tem como saber *qual* é a proposta, nem na embalagem nem no site do fabricante! Eles esperam que as pessoas paguem mais caro só porque tem &#8220;Eco&#8221; no nome&#8230;</p>
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		<title>By: Barts</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/306/comment-page-1#comment-1376</link>
		<dc:creator>Barts</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 10:37:52 +0000</pubDate>
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		<description>A proposta da Melitta nao é ruim, Ja trabalhei em industria de celulose e asseguro que o processo de branqueamento de papel é&#039;péssimo pro meio ambiente.

O problema é que quem faz ecologia nao sao quimicos nem cientistas, atualmente sao os marketeiros ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta da Melitta nao é ruim, Ja trabalhei em industria de celulose e asseguro que o processo de branqueamento de papel é&#8217;péssimo pro meio ambiente.</p>
<p>O problema é que quem faz ecologia nao sao quimicos nem cientistas, atualmente sao os marketeiros &#8230;</p>
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		<title>By: Jean Carlo</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/306/comment-page-1#comment-1243</link>
		<dc:creator>Jean Carlo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 16:55:02 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bom seu artigo e obrigado por citar meu blog.

abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom seu artigo e obrigado por citar meu blog.</p>
<p>abraços</p>
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		<title>By: alickel</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/306/comment-page-1#comment-826</link>
		<dc:creator>alickel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Nov 2007 12:03:37 +0000</pubDate>
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		<description>Sem dúvida, Daniduc. Eu só não quis entrar neste assunto no post na hora em que escrevi, porque é muito pano para manga. Mas a idéia é bem esta mesmo.

Ontem fiquei pensando sobre os produtos orgânicos, que nos mercados comuns aqui em São Paulo são ainda difíceis de encontrar e, quando encontrados, são em geral mais caros do que os normais. Isto é um fator que desincentiva a venda, entretanto, é natural que eles custem mais, na medida em que a demanda ainda não é grande e eles são produzidos sem a &quot;ajuda&quot; de defensivos ou hormônios que aumentam a produtividade. Ao contrário, o produtor corre o risco de ter perda da sua produção, de modo que precise compensar com preços elevados. 
Somente quando mais pessoas passarem a consumir orgânicos, é que os grandes produtores dos normais passarão a produzir também, aumentando a concorrência, diminuindo a corrida pelo aumento de produtividade a qualquer custo* e, então, fazendo com que os preços dos orgânicos se equilibrem (possivelmente, para baixo).

É mais ou menos assim que a coisa funciona, portanto, foi bem o que o Daniduc concluiu, é uma pressão da sociedade que abre a possibilidade de mudar o perfil do mercado. Se mais pessoas pressionarem por produtos &quot;ecologicamente corretos&quot;, eles passarão a existir em maior número no mercado, como hoje em dia já tem. A problemática que eu levanto no post é, também, o cuidado que os consumidores devem ter para não cair na armadilha das propagandas ecológicas/saudáveis/orgânicas falsas. 

* estou falando de produtores/empresas que usam hormônios para o frango ficar maior, para a vaca dar mais leite, para o tomate ficar mais vermelho e vistoso etc etc etc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sem dúvida, Daniduc. Eu só não quis entrar neste assunto no post na hora em que escrevi, porque é muito pano para manga. Mas a idéia é bem esta mesmo.</p>
<p>Ontem fiquei pensando sobre os produtos orgânicos, que nos mercados comuns aqui em São Paulo são ainda difíceis de encontrar e, quando encontrados, são em geral mais caros do que os normais. Isto é um fator que desincentiva a venda, entretanto, é natural que eles custem mais, na medida em que a demanda ainda não é grande e eles são produzidos sem a &#8220;ajuda&#8221; de defensivos ou hormônios que aumentam a produtividade. Ao contrário, o produtor corre o risco de ter perda da sua produção, de modo que precise compensar com preços elevados.<br />
Somente quando mais pessoas passarem a consumir orgânicos, é que os grandes produtores dos normais passarão a produzir também, aumentando a concorrência, diminuindo a corrida pelo aumento de produtividade a qualquer custo* e, então, fazendo com que os preços dos orgânicos se equilibrem (possivelmente, para baixo).</p>
<p>É mais ou menos assim que a coisa funciona, portanto, foi bem o que o Daniduc concluiu, é uma pressão da sociedade que abre a possibilidade de mudar o perfil do mercado. Se mais pessoas pressionarem por produtos &#8220;ecologicamente corretos&#8221;, eles passarão a existir em maior número no mercado, como hoje em dia já tem. A problemática que eu levanto no post é, também, o cuidado que os consumidores devem ter para não cair na armadilha das propagandas ecológicas/saudáveis/orgânicas falsas. </p>
<p>* estou falando de produtores/empresas que usam hormônios para o frango ficar maior, para a vaca dar mais leite, para o tomate ficar mais vermelho e vistoso etc etc etc.</p>
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		<title>By: daniduc</title>
		<link>http://dashausdiefrau.com/306/comment-page-1#comment-822</link>
		<dc:creator>daniduc</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Nov 2007 11:08:13 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Me incomoda um pouco, ainda, ver que essas ações só começam a ganhar notoriedade no mercado quando passam a ser desenvolvidas pelas grandes empresas.&quot;

Alinee, mas veja só: o mercado é basicamente dominado pelas grandes empresas. Vivemos a era da produção em massa e das grandes corporações. O mercado *é* as grandes empresas, então é natural que não só essas ações, mas *qualquer* ação só ganha importância no mercado quando é adotada pelas grandes empresas.

Isso não quer dizer que as grandes empresas determinam tudo, obviamente. Muitas vezes setores da sociedade vem com alguma coisa nova, que começa a ganhar momentum, a rerveberar, a causar interesse. Até que as grandes emrpesas, à procura de algo que de lucro olham e dizem hey, isso dá grana, e lançam no mercado. E ai o que era algo forte em um setor da sociedade se generaliza e espalha.

Isso aconteceu com Linux (setor = nerds e geeks), com lanchonetes de Hambrugueres e batata frita (setor = classe media-baixa da california e meio oeste americano), rock and roll, punk music e... ecologia.

O fato de te incomodar que atitudes ecologicas so ganhem notoriedade no mercado através de grandes empresas é justa, mas acho que tem mais a ver com incomodar a dominacao das grandes empresas no mercado (e por extensao na sociedade como um todo, e é ai que reside o problema principal) do que o caso particular das ações ecológicas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Me incomoda um pouco, ainda, ver que essas ações só começam a ganhar notoriedade no mercado quando passam a ser desenvolvidas pelas grandes empresas.&#8221;</p>
<p>Alinee, mas veja só: o mercado é basicamente dominado pelas grandes empresas. Vivemos a era da produção em massa e das grandes corporações. O mercado *é* as grandes empresas, então é natural que não só essas ações, mas *qualquer* ação só ganha importância no mercado quando é adotada pelas grandes empresas.</p>
<p>Isso não quer dizer que as grandes empresas determinam tudo, obviamente. Muitas vezes setores da sociedade vem com alguma coisa nova, que começa a ganhar momentum, a rerveberar, a causar interesse. Até que as grandes emrpesas, à procura de algo que de lucro olham e dizem hey, isso dá grana, e lançam no mercado. E ai o que era algo forte em um setor da sociedade se generaliza e espalha.</p>
<p>Isso aconteceu com Linux (setor = nerds e geeks), com lanchonetes de Hambrugueres e batata frita (setor = classe media-baixa da california e meio oeste americano), rock and roll, punk music e&#8230; ecologia.</p>
<p>O fato de te incomodar que atitudes ecologicas so ganhem notoriedade no mercado através de grandes empresas é justa, mas acho que tem mais a ver com incomodar a dominacao das grandes empresas no mercado (e por extensao na sociedade como um todo, e é ai que reside o problema principal) do que o caso particular das ações ecológicas.</p>
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